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| A foto da certificação: a diretora-presidente da Empro, Lucia Hirata (de óculos) é ladeada pelos avaliadores da COPPE, Cristina Cerdeiral e Gleison Santos. Deusajute, Bibiana, Aguilar e Curado Junior, completam a foto memorável. |
Empro conquista Nivel G do MPS.Br
15/01/2010
Edson Goulart
O Projeto MPS.Br – Melhoria de Processo do Software Brasileiro, encabeçado pela Apeti com o apoio do Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e do Senac – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, está dando os primeiros frutos, desde suas primeiras incursões, em novembro de 2007. A Shift foi a primeira empresa riopretense a obter uma certificação. Logo depois veio a Empro – Empresa Municipal de Processamento de Dados, com a conquista do Nível G do programa, cuja auditoria aconteceu nos dias 17 e 18 de dezembro.
O MPS.Br é uma iniciativa da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, com o apoio do MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia, da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos, do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Sebrae, através do Proimpe - Programa de Estímulo ao Uso de Tecnologias da Informação em Micro e Pequenas Empresas.
O objetivo é contribuir para o aprimoramento da indústria de software. O modelo é uma adaptação do CMMI - Capability Maturity Model Integration para o mercado brasileiro e está em conformidade com as Normas Internacionais ISO/IEC 12207 e 15504. O MPS.Br contém uma série de níveis que indicam o estágio de maturidade ao qual a empresa se encontra. Os Níveis de Maturidade vão de G a A, cada qual abordando áreas específicas da empresa. As certificações ocorrem após longos e criteriosos processos de transformação interna.
Bibiana Vicentini Nubias, representante da Empro na equipe de avaliação, traduz em poucas palavras todo o empenho da equipe envolvida com a conquista: “trabalho, dedicação, comprometimento e reconhecimento”. Bibiana integra o SEPG - Software Engineering Process Group, ou Grupo de Engenharia de Processos de Software, juntamente com Luccas do Nascimento Aguilar, analista de sistemas, João Pereira Curado Junior, encarregado de Suporte e Sistemas, e Guilherme Machado Deusajute, gerente da divisão de Gestão de Sistemas. “É um grupo bastante unido – comenta Deusajute - uma qualidade vital para todo o projeto, mas principalmente para esta primeira fase, que trabalha o comportamento humano como a mola propulsora de todos os demais níveis do MPS.Br”.
Indagada sobre as vantagens do programa, Lucia Maria Jorge Hirata, diretora-presidente da Empro, responde com convicção: “Trata-se de uma série de vantagens escalonadas: o MPS.Br determina a evolução pela qualidade; com mais qualidade, conseguimos diminuir a manutenção e o retrabalho”. A diretora-presidente ainda completa: “Também conseguiremos qualificar melhor nosso pessoal e gerar mais empregos diretos, diminuindo a contratação de terceiros. O resultado de tudo isso é o uso mais eficiente do dinheiro público”.
Lucia atribui o sucesso da conquista aos funcionários e às empresas contratadas para auxiliar na implantação do programa: “Tenho orgulho de fazer parte desta empresa. Sinto o crescimento e aprimoramento constante de toda equipe”, comenta, fazendo elogios também à ASR Consultoria e à Qualytas Consulting, além da Instituição Avaliadora COPPE/UFRJ. “Também não posso deixar de agradecer à Apeti, Sebrae e Senac pela oportunidade”.
Pelos corredores da Empro é visível a alegria de todos com a conquista. “Mas não podemos parar”, alerta Deusajute. “Queremos alcançar o Nível A, dentro do menor tempo possível”, anuncia o gerente, ciente de que essa conquista depende de subir degrau por degrau do programa. “Estamos determinados a conquistar o Nível F ainda este ano”. Se depender do entusiasmo da equipe, certamente conseguirá.
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