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USP apresenta modelo de Fábrica de Software

USP apresenta modelo de Fábrica de Software
07/11/2006
Há pouco mais de um mês, a Apeti trouxe para Rio Preto a palestra ?A Melhoria dos Processos de Software e o MPS.BR?, que reuniu dezenas de profissionais de Tecnologia da Informação no auditório do Ciesp. A palestra, conduzida pelo consultor David Yoshida, do ITS ? Instituto de Tecnologia de Software de São Paulo, apresentou um método inédito de melhoria de processos no desenvolvimento de software.
Agora, a Apeti, juntamente com o LTS - Laboratório de Tecnologia de Software da Escola Politécnica da USP de São Paulo, traz para Rio Preto mais um importante evento orientado para empresas desenvolvedoras de software de pequeno e médio porte. Trata-se de um seminário para apresentação do modelo de fábrica de software desenvolvido pela USP.
O LTS - Laboratório de Tecnologia de Software, da Escola Politécnica da USP, lançou um modelo de fábrica de software voltado para pequenas e médias empresas baseado em tecnologias que permitem definir processos de desenvolvimento de software, com o objetivo de facilitar a exportação. O modelo foi desenvolvido por professores e pesquisadores do LTS a partir de processos modelados em BPM - Business Process Modeling, com arquitetura baseada no padrão ODP - Open Distributed Processing, e configurados em ferramentas de mercado de código-aberto. A qualidade dos programas é guiada pelo padrão mundial CMMI.
O seminário, intitulado ?Modelo de Fábrica de Software para Pequena e Média Empresa? será ministrado pelos professores Jorge Luis Risco Becerra, responsável pelo desenvolvimento do modelo, Gabriela Barbarán e Fábio Levy Siqueira.
Becerra explica que, ao definir processos, fica mais fácil controlar, supervisionar e assegurar a qualidade do programa que é desenvolvido. ?Também se torna possível integrar estas fábricas com empresas de desenvolvimento de software que atuem em mercados mais exigentes, como a Comunidade Européia?, exemplifica o acadêmico.
Esta idéia era voltada, inicialmente, para utilização em células produtivas que tinham intenção de exportar softwares. Normalmente, estas células são compostas por até três desenvolvedores e consultores que criam softwares para dispositivos móveis,web services e ERPs, por exemplo, detalha o professor.
A aplicação do modelo tem um custo, que varia de acordo com a empresa, sua cultura, maturidade dos processos e até tamanho da equipe, detalha Siqueira.
A palestra será gratuita, mas depende de confirmação antecipada. Os interessados podem confirmar presença através dos e-mails
apeti@apeti.org.br ou timmoreno@apeti.org.br, ou ainda pelo telefone (17) 3234-6321. Mais informações sobre o conteúdo da palestra, podem ser adquiridas no site da entidade: www.apeti.org.br.

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