Arranjos Produtivos Locais
13 de dezembro de 2022
Por estar localizado em uma área estratégica, o APL facilita a interação e o networking, além de ter diversidade das atividades e agentes (empresários, ONGs, governo, sindicatos, instituições de pesquisa, entre outros)
por Diego Machado
Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) são aglomerações de empresas de um mesmo segmento reunidas em um mesmo território regional, que compartilham vínculos de cooperação e aprendizagem entre si. Sendo assim, há diversos segmentos de APLs. A certificação se dá por meio de um edital do Ministério da Economia e do acompanhamento pela Secretaria de Desenvolvimento.
Esses vínculos se estendem para o governo e outras organizações, como associações empresariais, instituições de ensino e de pesquisa. Além disso, esse tipo de cooperação tem como principal objetivo auxiliar e acelerar o desenvolvimento econômico e social da região no qual está inserido o APL.
De forma simplificada, os APLs são um conjunto de empresas do mesmo segmento que participam nas tarefas principais de uma aglomeração produtiva; congregam centros de pesquisa, universidades, instituições do terceiro setor, agentes do governo e outras entidades públicas ou privadas; evidenciam relações de trocas e aprendizados constantes em um mesmo território; se estabelecem em um recorte do espaço geográfico e são constituídos pela aglomeração de agentes de interesses que consolidam uma identidade coletiva; buscam promover o desenvolvimento local por meio de parcerias e compromissos para manter e especializar os investimentos de cada um de seus integrantes; são geridos pela pessoa jurídica de associações de classe, universidades, Parques Tecnológicos ou Prefeituras.
Por estar localizado em uma área estratégica, o APL facilita a interação e o networking, além de ter diversidade das atividades e agentes (empresários, ONGs, governo, sindicatos, instituições de pesquisa, entre outros).
Em 2023, a Apeti completa 20 anos, trazendo a Tecnologia da Informação como protagonista na transformação da sociedade. Além de ser uma Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação, desde 2016, é também credenciada como APL TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação, um dos mais antigos do Brasil.
Como é necessário renovar o APL a cada dois anos, temos orgulho em continuar contando com o acompanhamento do governo do estado e trazendo destaque para São José do Rio Preto, sendo o único APL TIC da região metropolitana.
Nosso espaço físico fica localizado dentro do Parque Tecnológico de São José do Rio Preto, trazendo o estímulo à incubação de empresas. As instalações do Centro de Inovação Compartilhado APETI APL TIC têm como objetivo trazer capacitações em diversas áreas do setor de TI, Pesquisas Científicas e Tecnológicas, Consultorias, Mentorias, Oficinas de Gestão, Eventos Inovadores, Visitas Técnicas, Rodadas de Negócios, Missões, Funding, além do incentivo e fomento governamental e privado para pesquisa, desenvolvimento e capacitação e para projetos inovadores por meio de editais governamentais.
Dessa forma, buscamos tornar a região de São José do Rio Preto um polo de tecnologia, fornecendo oportunidades tanto para a criação de novos empreendimentos como para fortalecer empresas já estabelecidas.
Nosso branch como APL TIC se estende por meio da correalização da Rede Brasileira de APLs TIC, que congrega todos os APLs de TI espalhados pelo Brasil, fazendo uma conexão nacional entre as empresas do setor.
Buscamos ser um APL de referência na criação de pontes digitais para o futuro, promovendo a evolução da tecnologia dos negócios e da sociedade. Conheça mais sobre a Apeti, torne-se um associado e some para o desenvolvimento de sua empresa e sociedade.
*Gerente Executivo e de Projetos da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de
Tecnologia da Informação).
https://www.diariodaregiao.com.br/economia/riopretoeregiao/arranjos-produtivos-locais-1.1030450

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































