8 motivos para fazer parte de uma associação de empresas
29 de novembro de 2022
Fazer parte de uma associação de empresas pode proporcionar diversas e exclusivas vantagens para o seu empreendimento. Entenda!
Fazer parte de uma associação de empresas pode proporcionar diversas e exclusivas vantagens para o seu empreendimento, proporcionando mais visibilidade e crescimento profissional.
Além dos benefícios que somente um bom networking pode oferecer, participar em debates e palestras relacionados à sua área de atuação é um diferencial importante, principalmente para quem é novo no mercado.
Pensando nisso, separamos seis dos principais motivos que fazem valer a pena fazer parte de uma associação empresarial. Continue conosco e entenda!
8 motivos para fazer parte de uma associação de empresas
Além de ter a oportunidade de participar de treinamentos e ter acesso a consultas sobre questões de gestão, jurídicas e tributárias, participar de uma associação empresarial também possibilita:
1. Descontos exclusivos em produtos e serviços
Um dos principais benefícios de participar de uma associação empresarial são os descontos obtidos em diversos produtos e serviços, como por exemplo, contar com um emissor de NF com um valor bem abaixo do mercado.
Além disso, também facilita o acesso a planos de saúde e odontológico, serviços de contabilidade, publicidade, de proteção ao crédito e muitos outros tipos de serviços.
Como o objetivo da associação é disponibilizar as melhores ferramentas do mercado para que o empreendedor se fortaleça cada vez mais, muitos produtos e serviços oferecidos aos associados são gratuitos ou possuem um valor significantemente reduzido.
2. Networking
Criar e manter bons relacionamentos com empreendedores da mesma área é uma das principais formas de aumentar suas chances de sucesso.
Como você já deve saber, oportunidades únicas de crescimento começam com parcerias e é justamente esse encontro que associações empresariais promovem.
Além do mais, as dicas e trocas de experiências também podem ajudar o empreendedor até mesmo a sobreviver em tempos de crise.
3. Ampla compreensão de mercado
As associações entre empresas colocam o seu negócio em contato tanto com outros profissionais mais experientes como com empresas concorrentes.
A associação também se encarrega de se manter por dentro dos dados mercadológicos, possibilitando que o empreendedor se mantenha bem informado sobre as novidades e tendências da área.
Isso torna o ambiente da associação muito mais fértil para o crescimento do seu negócio, auxiliando até mesmo na tomada de decisão diária da empresa.
4. Auxílio à comunidade
Já sabemos que empresas fortalecidas têm maior poder de movimentar o mercado e, assim, fornecer produtos e serviços de melhor qualidade para o consumidor final.
O reflexo disso é que surgem mais oportunidades de empregos, incentivos culturais e ações sociais, beneficiando a comunidade de forma geral.
5. Representatividade política
Um ponto importante em relação às associações de empresas é que elas possuem um contato mais próximo com o poder público.
Isso possibilita que a visão empresarial tenha voz em discussões que envolvam temáticas como transporte, turismo, meio ambiente, comércio e muitas outras pastas governamentais.
Isso sem mencionar a oportunidade de reunir sugestões e reclamações da área, garantindo que os empresários sejam ouvidos com atenção.
6. Competitividade
Já mencionamos que as associações empresariais podem aproximar a sua empresa de outras relacionadas ao seu ramo. Assim, a consequência indireta desse contato é aumentar a competitividade do seu negócio.
Isso se dá porque ao se juntar aos outros empresários para adquirir produtos ou serviços, você economiza no custo por unidade e aumenta o seu poder de barganha com o concorrente.
7. Capacitação de funcionários
Tanto você quanto seus funcionários têm acesso a cursos, treinamentos, workshops, palestras e oficinas que têm como principal objetivo capacitar e otimizar a execução das tarefas rotineiras do seu empreendimento.
Por meio dessas formas de adquirir novos conhecimentos, é possível potencializar a gestão de negócios e garantir que seus funcionários estejam alinhados com os propósitos da sua empresa.
8. Economia por escala
A economia de escala acontece quando determinada empresa aumenta a fabricação de produtos e, assim, reduz o custo médio do produto.
Geralmente, para gerar o aumento dos lucros, é preciso que o aumento de custos seja menor do que o da produção, motivo pelo qual o custo médio é reduzido.
Em uma associação de empresas, existe um incentivo para que compras e consumo coletivos sejam efetuados, justamente para reduzir os custos enquanto aumenta a competitividade dos associados.
Sem competitividade não há crescimento, mas dessa forma, é possível que o grupo cresça de forma conjunta enquanto usufrui dos mesmos benefícios e oportunidades.
Torne-se um associado da Apeti
A Apeti trabalha há quase 20 anos para unir a tecnologia da informação com a evolução social e, com isso, busca tornar São José do Rio Preto/SP um importante polo tecnológico do interior de São Paulo.
Por isso, nos tornamos uma associação de empresas (APL), focados em colaborar de forma efetiva com o crescimento do setor de negócios e com o desenvolvimento econômico da região
Assim, seguimos à risca aquela velha premissa de que “quanto mais, melhor”. Por isso, queremos te convidar a conhecer mais sobre a nossa história e conferir os diversos benefícios exclusivos para associados da Apeti.
Venha fazer parte dessa jornada repleta de desafios e conquistas em prol de um mundo melhor!
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Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































