A Tecnologia e seu Propósito
8 de fevereiro de 2022
É inegável que, ao longo dos últimos anos, a Tecnologia da Informação (TI) tem impactado consideravelmente os negócios de todo o mundo. Com o avanço da revolução digital, a tecnologia se torna cada vez mais estratégica, afinal, temos visto ela transformar e mudar os negócios, fato que tem deixado os CEOs bastante atentos aos temas de Inovação e Tecnologia.
É inegável que, ao longo dos últimos anos, a Tecnologia da Informação (TI) tem impactado consideravelmente os negócios de todo o mundo. Com o avanço da revolução digital, a tecnologia se torna cada vez mais estratégica, afinal, temos visto ela transformar e mudar os negócios, fato que tem deixado os CEOs bastante atentos aos temas de Inovação e Tecnologia.
Nestes últimos 2 anos pandêmicos, este processo foi acelerado de maneira exponencial, afinal a eficiência e gestão foram cruciais na sobrevivência das organizações, bem como a incorporação de negócios digitais, visto que o cibridismo, maneira de vivermos no mundo físico e virtual, ao mesmo tempo deixou de ser ficção.
Desta maneira, vemos que a Tecnologia da Informação está intimamente ligada à performance e ao sucesso das organizações. No entanto, é fundamental lembrar que a tecnologia é meio e não fim, por isto ela deve estar intimamente alinhada com o negócio e nunca de maneira apartada, para que de fato as transformações digitais aconteçam.
Infelizmente, é muito comum ver nas organizações a tecnologia desconectada buscando um protagonismo de inovação solitário o que é um grande erro estratégico, e que inevitavelmente trará insucesso nas transformações digitais. Nesse cenário, é fundamental que a TI faça seu movimento de trazer o mindset e entendimento do negócio para suas atividades, de forma a que possa de fato contribuir nos aspectos operacionais, táticos, estratégicos e até mesmo disruptivos. Afinal, a tecnologia por si só não basta, ela deve servir a algo e assim potencializar as necessidades do mercado e da sociedade.
Vamos relembrar que a Netflix não acabou com as locadoras, apenas é uma locadora “diferente”, trazendo maior comodidade. A Uber não rompeu com os taxistas, mas sim com o serviço insatisfatório e tarifas. Estes e outros exemplos de sucesso como da Nubank e do AirBnB, mostram que a tecnologia potencializa o atendimento às demandas do mercado e os novos hábitos de consumo.
Hoje nas organizações muito se fala da importância de tecnologias para alavancar negócios e trazer mais valor ao mercado e seus clientes. Em todo lugar se fala de business intelligence, analytics, inteligência artificial, realidade aumentada, 5G, blockchain entre outras tantas tecnologias que permitem a transformação dos negócios, mas que isoladamente, “per se”, não tem valor.
A aproximação da TI ao negócio é um grande desafio, vemos alguns importantes movimentos acontecendo, entretanto é fundamental a aceleração e expansão destes movimentos para o desenvolvimento desta competência nos profissionais de business e de tecnologia, afinal estes profissionais fazem parte de uma única execução.
Este assunto deve ser pauta dos líderes, das organizações, instituições de ensino e do mercado de trabalho para assim garantir a preservação de muitos negócios, afinal, estamos no meio de uma grande revolução, e tal como foram as outras revoluções econômicas, a exemplo da agrícola e industrial, novos negócios surgirão e outros desaparecerão, com uma grande troca de poder econômico na sociedade. Por isto, a união de competências dentro das organizações é fundamental para a sustentação das empresas na era digital, afinal, os grandes novos negócios digitais de sucesso, tiveram foco em uma única coisa: uma dor de mercado.
por Marcelo Lorencin - Diretor Presidente da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação)
Nestes últimos 2 anos pandêmicos, este processo foi acelerado de maneira exponencial, afinal a eficiência e gestão foram cruciais na sobrevivência das organizações, bem como a incorporação de negócios digitais, visto que o cibridismo, maneira de vivermos no mundo físico e virtual, ao mesmo tempo deixou de ser ficção.
Desta maneira, vemos que a Tecnologia da Informação está intimamente ligada à performance e ao sucesso das organizações. No entanto, é fundamental lembrar que a tecnologia é meio e não fim, por isto ela deve estar intimamente alinhada com o negócio e nunca de maneira apartada, para que de fato as transformações digitais aconteçam.
Infelizmente, é muito comum ver nas organizações a tecnologia desconectada buscando um protagonismo de inovação solitário o que é um grande erro estratégico, e que inevitavelmente trará insucesso nas transformações digitais. Nesse cenário, é fundamental que a TI faça seu movimento de trazer o mindset e entendimento do negócio para suas atividades, de forma a que possa de fato contribuir nos aspectos operacionais, táticos, estratégicos e até mesmo disruptivos. Afinal, a tecnologia por si só não basta, ela deve servir a algo e assim potencializar as necessidades do mercado e da sociedade.
Vamos relembrar que a Netflix não acabou com as locadoras, apenas é uma locadora “diferente”, trazendo maior comodidade. A Uber não rompeu com os taxistas, mas sim com o serviço insatisfatório e tarifas. Estes e outros exemplos de sucesso como da Nubank e do AirBnB, mostram que a tecnologia potencializa o atendimento às demandas do mercado e os novos hábitos de consumo.
Hoje nas organizações muito se fala da importância de tecnologias para alavancar negócios e trazer mais valor ao mercado e seus clientes. Em todo lugar se fala de business intelligence, analytics, inteligência artificial, realidade aumentada, 5G, blockchain entre outras tantas tecnologias que permitem a transformação dos negócios, mas que isoladamente, “per se”, não tem valor.
A aproximação da TI ao negócio é um grande desafio, vemos alguns importantes movimentos acontecendo, entretanto é fundamental a aceleração e expansão destes movimentos para o desenvolvimento desta competência nos profissionais de business e de tecnologia, afinal estes profissionais fazem parte de uma única execução.
Este assunto deve ser pauta dos líderes, das organizações, instituições de ensino e do mercado de trabalho para assim garantir a preservação de muitos negócios, afinal, estamos no meio de uma grande revolução, e tal como foram as outras revoluções econômicas, a exemplo da agrícola e industrial, novos negócios surgirão e outros desaparecerão, com uma grande troca de poder econômico na sociedade. Por isto, a união de competências dentro das organizações é fundamental para a sustentação das empresas na era digital, afinal, os grandes novos negócios digitais de sucesso, tiveram foco em uma única coisa: uma dor de mercado.
por Marcelo Lorencin - Diretor Presidente da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação)

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































