Alunos do Projeto Alicerce fecham ciclo de aprendizado e crescimento em 2023
9 de janeiro de 2024
Veja a retrospectiva de 2023 do Projeto Alicerce, da APETI, que ajuda a transformar os profissionais do futuro por meio da educação.
A virada de ano é o melhor momento para fazermos uma retrospectiva de tudo que realizamos e conquistamos ao longo do ano. Além disso, é a oportunidade ideal de construir um planejamento de tudo que ainda queremos para o futuro.
Por isso, reunimos neste texto tudo sobre uma das maiores conquistas da APETI em 2023: a formação dos alunos do Projeto Alicerce, iniciativa que encerrou seu primeiro ciclo, promovendo aprendizado, desenvolvimento e investimento no futuro dos nossos jovens e da nossa sociedade.
Continue a leitura e fique por dentro de tudo o que rolou nesses últimos seis meses de aulas e ações com os estudantes do Projeto APETI Alicerce.
Sobre o Projeto Alicerce
O Projeto Alicerce é uma iniciativa da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação) e tem como missão capacitar jovens de São José do Rio Preto (SP) e região para o mercado de trabalho da tecnologia da informação.
Por meio desse projeto de formação profissional, os alunos adquirem conhecimentos e desenvolvem habilidades necessárias para conquistar oportunidades e iniciar uma carreira nesse setor, que conta com uma demanda cada vez maior por profissionais qualificados.
Além dos conhecimentos e das habilidades técnicas necessários para desempenharem suas atividades no futuro, os alunos do Projeto Alicerce também são instruídos e educados para se tornarem profissionais completos e em conexão com o que o mercado precisa.
Pilares do projeto
Para conquistar esses objetivos e realmente preparar esses jovens para o futuro da tecnologia da informação de forma integral, o Projeto Alicerce se baseia em três pilares principais:
1 - Fortalecimento da base educacional: além de todos os conceitos técnicos relacionados ao mercado de TI, os alunos recebem reforço em outros tópicos fundamentais do conhecimento, como escrita, leitura, matemática e inglês.
2 - Habilidades socioemocionais: preparar os alunos de forma completa também significa trabalhar o desenvolvimento de competências emocionais e sociais necessárias para o crescimento pessoal, interpessoal e social.
3 - Descoberta: estimular a curiosidade e a vontade de estar constantemente adquirindo novas habilidades e conhecimentos promove a expansão do repertório cultural dos estudantes.
Por meio desses pilares, os alunos se desenvolvem como pessoas, estudantes, cidadãos e futuros profissionais de TI.
2023: ciclo de aprendizado e crescimento encerrado
Com o fim de 2023, encerramos também o ciclo de aprendizado e crescimento da primeira turma do Projeto APETI Alicerce. Foram meses de muito conhecimento adquirido e muitas ações implementadas com empresas parceiras, de modo que nossos estudantes se conectassem com o mundo de TI.
Dos 20 jovens que iniciaram o curso, 18 se formaram, o que demonstra grande interesse e engajamento dos alunos.
“Os 18 que se formaram são vencedores, pois contornaram muitas adversidades para buscar conhecimentos e oportunidades de um futuro melhor”, destaca Yonei Scotelari, diretora social da associação.
Ao longo desses seis meses da primeira edição do projeto, contabilizamos:
- mais de 180 horas de aulas dadas;
- mais de 50 horas de palestras e atividades extras;
- 85% de frequência e participação dos alunos;
- estimativa de recuperação de dez bimestres, em média, nas matérias-base.
Assim, foi possível observar grande desenvolvimento e evolução dos alunos em todas as disciplinas, incluindo as de reforço educacional, e isso se reflete na satisfação de quem participou do projeto. Por meio de uma pesquisa de satisfação realizada com os jovens participantes, tivemos um índice de NPS de 84%, mostrando alta taxa de aprovação dos estudantes para com a iniciativa da APETI.
E nada melhor para comprovar todas essas informações do que ouvindo o que os nossos próprios alunos têm a dizer, não é mesmo? Então, confira alguns depoimentos coletados após o fim das aulas:
“No Projeto Alicerce, eu aprendi várias coisas muito importantes. Sem palavras para descrever! Só tenho a agradecer pela oportunidade.” — Stefeny Ferreira Alves
“Muito bom, aprendo bastante coisa! Gratidão por ter essa oportunidade e a todas as pessoas que tornam isso possível.” — João Vitor Schwamm Alves
“Agradeço aos professores pelas aulas. Vocês são perfeitos!” — Clara Marques Matos
Esse foi um pequeno resumo do que foi o ano de 2023 no Projeto Alicerce. Foram muitas vitórias, aprendizados e inícios de trajetórias profissionais que vão fortalecer e revolucionar o mercado de TI nos próximos anos. Esperamos ainda mais para o ano que vem, e você pode contribuir com isso! Veja mais a seguir.
Fique por dentro!
Como você viu ao longo do texto, o Projeto Alicerce é uma iniciativa da APETI, e ela só é possível graças à parceria e ao apoio de padrinhos. Nossos padrinhos são empresários que, de diversas maneiras, conectam-se a causas sociais e empreendem na busca da inclusão digital e na diminuição das desigualdades.
Eles deram sustentação financeira ao projeto, além de possibilitarem a aproximação dos jovens com o universo corporativo por meio de trocas de experiências profissionais e visitas nas empresas.
Quer se tornar um deles ou conhecer mais sobre o nosso projeto? A edição de 2024 já está sendo estruturada! Então, acesse o site da APETI ou entre em contato pelo canal direto clicando aqui.

A tecnologia e a inovação acabam de dar um passo histórico na região de São José do Rio Preto. A Cadeia Produtiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (CPL TIC SJRP), sob a gestão executiva da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação), foi contemplada pelo programa SP Produz para a execução de um projeto pioneiro ao longo de 2027.

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos








































