Tecnologia e medicina diagnóstica para servir a vida
4 de abril de 2023
Por meio da comunicação entre as diversas tecnologias e dados disponíveis, é possível traçar a jornada do paciente para uma melhor aplicação de tratamentos, promovendo saúde de forma mais assertiva
por Marcelo Lorencin
No início de abril, comemora-se a Semana da Saúde e o Dia Nacional de Mobilização pela Promoção da Saúde e Qualidade de Vida. O objetivo é lembrar que a manutenção da vida de forma plena e saudável é a base da medicina em seus diferentes campos de atuação, além de nos alertar que investir na prevenção é uma das principais soluções para o equilíbrio do sistema de saúde no Brasil e todos os demais países.
Atualmente, o setor de Saúde vem trabalhando para que a prevenção e a humanidade sejam o foco em todas as suas áreas - e a medicina diagnóstica se mostra como um elo de extrema importância. Afinal, o setor é responsável por 70% das decisões médicas e, quanto mais cedo diagnosticada uma doença, maiores são as chances do paciente se curar. Quanto mais se previne, menos se adoece.
Para isso, novas tecnologias são usadas para melhorar a precisão e eficiência dos diagnósticos. Por meio da comunicação entre as diversas tecnologias e dados disponíveis, é possível traçar a jornada do paciente para uma melhor aplicação de tratamentos, promovendo saúde de forma mais assertiva, além de mensurar se estamos no caminho certo para alcançar a longevidade sem perder a qualidade de vida.
Com a pandemia de COVID-19, os investimentos em tecnologia diagnóstica começaram a ser percebidos por toda a população. A própria telemedicina mostrou como as tecnologias da informação podem ser poderosas para atender a alta demanda de mais de 200 milhões de habitantes. A necessidade de garantir a eficiência operacional dos centros de diagnósticos ficou cada vez mais evidente e o acesso facilitado à múltiplas fontes de informação empoderou os pacientes, cada vez mais críticos com o sistema de saúde em si e mais atentos a seus hábitos e saúde.
O setor de medicina diagnóstica está respondendo a essa demanda, oferecendo testes personalizados, serviços sob medida para as necessidades individuais dos pacientes e se expandindo para além dos testes tradicionais de laboratório, incluindo serviços como medicina nuclear, imagem e genética, o que proporciona mais qualidade e assertividade no diagnóstico e permite uma abordagem abrangente para tomadas de decisão.
É o futuro da medicina acelerado por uma pandemia que durou dois anos, potencializou uma cultura de valorização da inovação e encorajou equipes a buscarem novas oportunidades, sempre com foco nas pessoas e na prevenção de doenças de forma constante. Em outras palavras, digo que a tecnologia também é de extrema relevância no ambiente interno, pois apoia a medição de indicadores-chave de desempenho (KPIs), o que reflete no atendimento ao paciente. A organização pode usar essas métricas para avaliar seu desempenho e fazer ajustes conforme necessário.
Em pouco tempo, o setor de medicina diagnóstica sentiu a importância de imergir no mundo da tecnologia, que já vinha sendo muito observada, mas que foi, principalmente nos últimos dois anos, estimulada a entrar em cena de maneira mais ostensiva. O futuro da medicina é a aplicação de recursos digitais - e trabalhamos para que essa transformação aconteça de forma rápida, segura e humanizada.
Marcelo Lourencin, Diretor-presidente da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação)
https://www.diariodaregiao.com.br/opiniao/artigos/tecnologia-e-medicina-diagnostica-para-servir-a-vida-1.1061331

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera.

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































