Tipos de armazenamento em nuvem: conheça os 3 principais
5 de abril de 2023
Descubra os diferentes tipos de armazenamento em nuvem e escolha o melhor para suas necessidades. Aprenda sobre armazenamento em nuvem público, privado e híbrido.
A tecnologia ajuda a tornar as empresas mais eficientes e seguras a cada dia quando o assunto é dado. Existem vários tipos de armazenamento em nuvem que trazem a praticidade para compartilhar, além da proteção que este serviço pede.
Só para se ter ideia do crescimento deste setor, o mercado mundial das IaaS cresceu mais de 40% em 2021. O valor foi de 90 bilhões de dólares, acima dos 64 bilhões em 2020, de acordo com dados da Gartner.
Agora, existem várias maneiras de armazenamento na nuvem e para você conhecer as três principais, siga neste texto conosco!
O que é armazenamento em nuvem?
Se antigamente as empresas precisavam investir em servidores para armazenar seus dados, isso hoje em dia é algo ultrapassado, assim como usar um CD ou pen drive para salvar um documento pessoal. Mas para atender a demanda do mercado, existem vários tipos de armazenamento em nuvem.
Entretanto, antes de falar sobre as nuvens, vamos explicar o que é o cloud. Este serviço é um modelo em que permite guardar dados e arquivos na internet por um provedor. Assim, você usa a internet para acessar suas pastas, podendo fazer isso em qualquer lugar com conexão.
Dessa maneira, o cloud retira a necessidade de a empresa comprar e gerenciar sua própria infraestrutura para armazenar dados, como os servidores. O armazenamento em nuvem consiste em você salvar seus documentos no mundo virtual, fazendo o upload pela internet.
Por que o armazenamento em nuvem é importante?
Com servidores e empresas dedicadas exclusivamente para prestar serviço de armazenamento em nuvem, isso traz vários benefícios para as empresas. Mas o fundamental é a segurança que este sistema traz se comparado ao servidor próprio. Além disso, as outras vantagens são:
Maior escalabilidade: é bem mais prático e rápido aumentar o armazenamento dos dados na nuvem, bastando comprar mais espaço. Ao contrário da ampliação de servidores físicos.
Agilidade: com isso, a expansão da empresa no quesito captar e gerenciar dados se torna mais ágil. Isso acontece também pelo fato de o funcionário acessar de qualquer lugar com conexão à internet.
Menor custo: com o armazenamento em nuvem, a empresa não precisa despender recursos para comprar ou fazer manutenção de equipamentos.
Organização e modernização: é muito mais prático e rápido fazer a organização dos arquivos dentro da nuvem. Além disso, sua empresa estará moderna em busca de novas oportunidades de negócio.
Quais os tipos de armazenamento em nuvem?
Com o avanço da tecnologia neste sentido, foram criados vários tipos de armazenamento em nuvem. Cada um oferece suas vantagens e têm sua própria estrutura. Confira cada um deles:
1. Nuvem pública
O armazenamento em nuvem pública é quando a empresa contrata os serviços de uma outra companhia em um grande data center. Então, os dados são organizados no provedor de serviços, que fica responsável pelo gerenciamento e manutenção do sistema e da segurança.
Por causa do custo bem mais baixo, este sistema é mais atraente para muitas empresas. Apesar de levar o nome pública, neste tipo de armazenamento cada companhia acessa de forma separada às informações, sendo liberado apenas para pessoas autorizadas.
2. Nuvem privada
Este tipo de armazenamento em nuvem é igual à pública, mas a única diferença é que o cloud é um servidor dedicado para esta empresa. Assim, a companhia tem o seu próprio data center virtual ou contrata um provedor de armazenamento apenas para isso.
Apesar de ter um custo mais alto do que a nuvem pública, este modelo traz maior escalabilidade para a empresa. Além disso, a segurança é maior para ter acesso aos dados, dando mais eficiência ao sistema.
3. Nuvem híbrida
Como o próprio nome já diz, a nuvem híbrida é uma mistura da pública com a privada, trazendo o melhor das duas opções. Dessa maneira, a empresa guarda, por exemplo, os dados mais utilizados na nuvem privada, enquanto armazena os menos procurados na pública.
Uma acaba complementando a outra, trazendo maior flexibilidade para a empresa, principalmente as que trabalham com muitos dados. Outra opção também é a empresa armazenar dados mais sensíveis na nuvem privada — que traz segurança extra — e os mais comuns na pública.
Qual o perigo do armazenamento em nuvem?
Um dos grandes perigos quando o assunto é armazenamento em nuvem está na segurança e violação de dados. Por isso, é fundamental garantir um servidor que ofereça proteção completa contra vazamentos ou acesso não autorizado.
Agora que você conheceu os tipos de armazenamento em nuvem, sabe que migrar para este espaço é necessário para a empresa que busca ser eficiente. Se você quer saber como fazer a migração da sua companhia para o mundo digital, confira este guia completo que produzimos sobre o assunto.
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Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera.

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































