O que é UX Design e como começar a trabalhar na área?
13 de setembro de 2022
Você sabe o que é UX Design? Siga conosco neste post que vamos explicar o que é, como ele trabalha e os benefícios dele dentro do universo digital. Confira!
Se tem algo que é muito valorizado dentro do mundo digital é a experiência do usuário em sua jornada. Seja dentro de um site, lendo um blog post, em um aplicativo ou comprando algo, quanto melhor for, maior será a aprovação. Mas já ouviu dizer que isso tem a ver com design? Você sabe o que é UX Design?
Esta profissão vai além apenas do design, de criar artes maravilhosas para o site ou a rede social. O UX Design acaba unindo a beleza e a praticidade, fazendo o usuário realizar as ações esperadas pelo site de forma natural, sem obstáculos. Pareceu confuso? Fique tranquilo!
Siga conosco neste post que vamos explicar o UX, o que é, como ele trabalha e os benefícios dele dentro do universo digital! Uma ótima leitura!
O que é UX Design?
Se você é como muitos que não conhecem este termo, já ficaria intrigado já no que significa o UX. Então, para entender o que é UX Design vamos começar pelo básico! As iniciais vêm do inglês User Experience, que em português quer dizer a experiência do usuário.
Então, esse termo significa o Design de Experiência do Usuário. Legal! Mas o que isso quer dizer na prática? Bom, a função deste trabalho é interligar os interesses do usuário dentro do site, tornando a experiência mais simples possível na navegação.
Isso é fundamental no mundo online, como você pode ver nessa pesquisa: a CX Trends 2022 apontou que dois em cada três brasileiros desistiram de comprar no digital por causa da experiência ruim no site. Isso quer dizer que mais de 60% dos consumidores na pesquisa não fizeram a compra.
Viu como a experiência é estratégica? Ninguém compra em um site que complica a vida na hora de fechar o pedido! O UX Design traz benefícios para o consumidor e também para a empresa, já que aumenta as vendas diretamente.
Mas como o UX Design faz isso?
A função do UX Designer é entender melhor o usuário e utilizar a tecnologia para traçar estratégias e melhorar a interação entre o usuário e o site. Ele usa, inclusive, recursos de psicologia, além de testes de usabilidade.
Tanto é que nesta área existem alguns segmentos específicos, como o UX Researcher, profissional que coleta dados antes de implementar o produto. Já o Arquiteto de Informação é responsável por organizar estas informações e fazer a estrutura de como será o aplicativo ou o site. Outro cargo muito procurado pelo mercado é o UX Writer, responsável pelos textos existentes na navegação.
Existem ainda vários outros cargos dentro do universo do UX Design, mas estes são os principais. Vale destacar que a procura por este profissional aumentou muito nos últimos anos. As empresas buscam um design focado no usuário para criar produtos, serviços e melhorar a experiência no digital.
Como se tornar um UX Designer?
O mais curioso é que, assim como muitas profissões do futuro, para ser um UX Designer não é necessário fazer uma faculdade. Mas calma lá porque isso não quer dizer que não precisa de conhecimento! Pelo contrário, já que é uma área bem técnica.
Para seguir nesta carreira — que, aliás, paga salário a partir de R$ 4 mil — é preciso fazer cursos para a formação profissional. O futuro UX Designer deve saber usar ferramentas como o Adobe XD, entre outras.
Atualmente, várias instituições têm cursos voltados para esta área, até para atender a crescente demanda de mercado. A Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação) é uma delas.
Confira os cursos da Apeti
A Apeti é uma das maiores associações voltadas em Tecnologia de Informação do país e desenvolve várias atividades na área. Recentemente, a entidade fez uma capacitação para UX Design para Negócios.
O evento reuniu profissionais da área e empresários que buscam este tipo de trabalho para melhorar a experiência do usuário. Aliás, para ficar por dentro dos cursos e outros eventos da Apeti, entre em nosso site e confira!

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































