Impacto econômico das edtechs
23 de agosto de 2022
O setor de educação está muito aquecido e o modelo híbrido é uma tendência muito forte para o mercado, fazendo com que a modelagem de ensino evolua e acelere muito rapidamente.
por, Wendell Guimarães
Nos últimos anos, um dos setores que vem crescendo exponencialmente, principalmente devido à pandemia, é a educação. O mercado está aquecido e cada vez mais trazendo novidades com soluções que impactam positivamente o desenvolvimento de várias pessoas no país.
Atualmente, a educação com a tecnologia é o principal vetor de desenvolvimento, uma vez que essas soluções impactam a forma de aprendizagem e transformam a sala de aula em um ambiente mais personalizado.
De acordo com o CanalTech, as edtechs são soluções que linkam tecnologia com a jornada dos stakeholders da educação: professores, alunos e administradores. Esse conceito pode ser aplicado desde um simples aplicativo para um aluno de ensino fundamental aprender matemática até um sistema complexo e robusto de gestão de dados para administradores de instituições de ensino.
Também podemos definir uma edtech como uma startup, ou seja, uma empresa com modelo de negócio inovador, que utiliza a tecnologia para replicar e escalar o negócio atuante no segmento de educação.
O setor de educação está muito aquecido e o modelo híbrido é uma tendência muito forte para o mercado, fazendo com que a modelagem de ensino evolua e acelere muito rapidamente. Além disso, há outras tendências que estão impactando o cenário econômico no Brasil como:
- Gamificação: Estudos da State of Mobile 2021 mostram que 59% dos brasileiros têm o costume de jogar com seus celulares. A prática desse hábito é fundamental para aguçar a curiosidade e tornar os estudos mais atrativos. A técnica de gamificação ajuda a estimular pessoas de diferentes idades para o consumo de conteúdos de forma mais leve e divertida, garantindo ainda mais conhecimento.
- Ensino Híbrido: Segundo pesquisa feita pelo Observatório da Educação Superior, 63% dos jovens desejam aderir ao ensino híbrido. Sendo assim, garantir um modelo e-learning eficiente, que transmite o conhecimento de maneira correta, proporciona uma boa experiência para o aluno e faz grande diferença na transição de modelos e estruturas.
- Metaverso: Conhecido como universo virtual para troca de experiências sociais, esse ambiente vai abrir um novo caminho com inúmeras possibilidades a serem exploradas, já que reproduz um ambiente e todas as suas ações sem que precise estar presente fisicamente. Por meio dos avatares digitais, a interação será mais significativa e expressiva, aproximando o relacionamento entre professores e alunos e garantindo maior interação com os conteúdos estudados.
Uma das edtechs que vem ganhando mercado no cenário brasileiro é a Talkstars. A startup tem o objetivo de acelerar carreiras e negócios por meio de programas de mentorias individuais ou em grupo para a nova economia. Na Talkstars, você encontra trilhas de aprendizado como: tecnologia, product management, ux design, marketing e growth, etc.
Alguns dos mentores que estão na plataforma são: Luciana Lancelloti, CMO da Microsoft Brasil; Renato Barros, VP do MadeiraMadeira; Thiago Rocha, Head of Growth da RD Station; Karol Attekita, Youtuber e Senior iOS Engineer na X-Team; Diego Azevedo, CEO da CS Academy; entre outros nomes do mercado de tecnologia e inovação.
Hoje a startup está incubada no Parque Tecnológico de Rio Preto e já atendeu diversos mentorados em todo o Brasil.
Wendell Guimarães, Diretor de Capacitação da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação).

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































