Ultrapassando as barreiras do tempo
26 de julho de 2022
O que é capaz de perdurar o tempo? Uma verdade? Um dogma? Uma ideia? As ideias caminham pelas estradas da mente humana há milênios, atravessando gerações, numa corrida de revezamento que parece não ter linha de chegada! De tempos em tempos, algumas destas ideias escapam dos limites da mente, mudam os rumos da humanidade e estimulam o surgimento de novas ideias. Uma boa ideia resiste, se é forte, persiste, porque água mole em pedra dura, tanto bate, até que fura. Ela nos empurra para frente, pois águas passadas não movem moinhos.
por Yonei Scotelari*
O que é capaz de perdurar o tempo? Uma verdade? Um dogma? Uma ideia?
As ideias caminham pelas estradas da mente humana há milênios, atravessando gerações, numa corrida de revezamento que parece não ter linha de chegada! De tempos em tempos, algumas destas ideias escapam dos limites da mente, mudam os rumos da humanidade e estimulam o surgimento de novas ideias. Uma boa ideia resiste, se é forte, persiste, porque água mole em pedra dura, tanto bate, até que fura. Ela nos empurra para frente, pois águas passadas não movem moinhos.
Me diz aí!? Você já teve uma ideia, uma dessas que ficam vindo à tona toda hora e que fazem você ter impulsos de mudança? Confesso que eu já...
Aí, você fica pensando nela, o tempo todo, mas sem pressa, porque a pressa é inimiga da perfeição e o apressado come cru.
Em respeito ao ócio criativo não podemos concordar com quem diz que mente vazia é oficina do diabo, não é?
Acha que sua ideia é inovadora, até meio maluca? Mas, de médico e louco, todo mundo tem um pouco (rs).
A ideia vai funcionar??? Que impactos vai causar? Será que pega ou não pega?
Afinal, como ninguém pensou nisso antes?
Melhor manter sigilo absoluto, em boca fechada não entra mosca!
Será que conto apenas para os amigos?
Hum... não sei... Amigos, amigos, negócios à parte!
Aí, a gente começa a sonhar que a ideia está gerando lucros e dividendos!
Mas dinheiro não cai do céu! E nem dá em árvores, nossos pais sempre disseram.
1% de inspiração e 99% de transpiração, não é mesmo?
E Deus ajuda a quem cedo madruga!
Mas será que, nestes tempos de acelerada transformação, devagar se vai longe?
Vovó já dizia, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje, mas... não ponha a carroça na frente dos bois!
Vixi! Agora danou-se! Faço o quê com a minha ideia?
Peraí! Vou criar um MVP!
Afinal, melhor começar pequeno, pois sabemos que o ótimo é inimigo do bom.
Monto a equipe porque uma andorinha sozinha não faz verão e coloco cada macaco no seu galho.
Tento gerenciar direitinho para não virar a casa da mãe Joana!
Vou atrás de um investidor... Anjo?
Não sei, estou na dúvida porque, quando a esmola é demais até o santo desconfia, né?
Pronto! Decidi, vou fazer virar! Para frente é que se anda, mãos à obra!
Quem não arrisca, não petisca!
O céu é o limite? Não. Ao infinito e além!
Brincadeiras à parte, esse texto é só um convite bem-humorado para resgatar algumas ideias que atravessaram o tempo, década após década, ditando regras para o comportamento das pessoas. Algumas estão perdendo o sentido, outras ainda resistem e novas estão surgindo e desenhando outros rumos para a humanidade. A corrida de revezamento acelera, ganha contornos algorítmicos.
Em tempos de tecnologias tão avançadas, que já parecem dominar as estradas da mente humana, impactando absurdamente a troca de bastões da “corrida de revezamento”, fico aqui pensando como nós, empresários da tecnologia, atores ativos deste processo, podemos contribuir para estimular e manter a competitividade dos atletas.
É aqui que deixo claro o objetivo do meu convite.
Atualmente, a Diretoria Social da Apeti está com 2 projetos para qualificar jovens e estamos em busca de apoio:
- Projeto Primeiro Passo
- Projeto Alicerce
Podemos contar com você?
Para saber como você pode ajudar, entre em contato com a Diretoria Social da Apeti.
Não posso ir embora sem sugerir a leitura do artigo abaixo.
Como um enigma foi rompendo a barreira do tempo e permanecendo sem solução por mais de 400 anos?
Desde Kepler, vários matemáticos brilhantes tentaram, em vão, decifrar o enigma, mas só agora a ideia, a solução, saiu dos limites da mente humana e pode ser conhecida por todos.
Foi este artigo que me fez pensar nesta conversa.
“A ucraniana que ganhou 'Nobel da Matemática' por resolver problema sem solução desde o século 17”
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62069614
Que bom que você chegou até aqui.
Um abraço.
*Diretora Social da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação).

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































