Apeti organiza grande doação de sangue ao Hemocentro no dia 29 deste mês
19 de julho de 2024
Apelidada de "Sangue Tecnológico", a ação envolverá empresários, funcionários de empresas de TI, patrocinadores e expositores do maior evento de tecnologia do interior paulista, o Rio Preto Tech Summit. São esperados mais de 100 doadores.
A Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação (Apeti), organizadora do Rio Preto Tech Summit, o maior evento de tecnologia do interior paulista, está organizando uma grande doação de sangue ao Hemocentro da cidade no dia 29 deste mês, a partir das 7 horas. São esperados mais de 100 doadores, entre empresários, funcionários de empresas de TI, patrocinadores e expositores. A entidade resolveu apoiar o Hemocentro principalmente nesse cenário de baixa no estoque de bolsas de sangue. “Com o inverno chegando, o número de doadores cai muito e ajudas como essa da Apeti colaboram demais com todos”, afirma Guilherme Vila Real, coordenador de captação de doadores do Hemocentro. Segundo o Ministério da Saúde, o estoque de sangue está cerca de 35% abaixo do ideal para essa época do ano.
Gerson Pedrinho, presidente da Apeti, comentou sobre a ação: “Este ano está sendo muito bom para o Tech Summit e a Apeti, e queremos incluir no nosso calendário mais essa ação social. Podemos ajudar sempre o próximo e quem precisa, e estaremos lá no Hemocentro no dia 29. Queremos que o 'Sangue Tecnológico' ecoe, transmita a mensagem de doação e que mais pessoas passem a realizar ações assim no seu dia a dia.” Se você tiver qualquer impedimento para doar sangue, não se preocupe. A Apeti compreende e tem certeza de que você poderá contribuir em outras futuras ações da associação.
O evento de tecnologia mais esperado do ano, o Rio Preto Tech Summit, agitará o Complexo Swift nos dias 7 e 8 de agosto. Já foram confirmados palestrantes como Marcelo Tas, Sérgio Sacani, Dora Kaufman, Leandro Mattos, Davi Cunha e Junior Borneli. O evento também contará com feira de negócios, seminários, painéis de debates e workshops com diversos especialistas em tecnologia e inovação, que abordarão principalmente a inteligência artificial.
Quem pode doar sangue
* Ter idade entre 18 e 60 anos para doar pela primeira vez;
* Quem já é doador pode doar até os 69 anos de idade;
* Menores de idade, com 16 e 17 anos, podem doar se acompanhados dos pais e/ou responsável legal;
* Estar em boas condições de saúde (sem gripe, resfriado, diarreia ou alergias), sem feridas e/ou machucados pelo corpo ou na boca;
* Pesar mais de 50kg;
* Estar bem alimentado e hidratado (evitar alimentos gordurosos 4 horas antes da doação);
* Não ingerir bebida alcoólica 12 horas antes da doação;
* Não fumar por pelo menos 2 horas antes da doação.
Para mais informações, entre em contato com o Hemocentro Rio Preto pelo WhatsApp (17) 99623-9985.
O Hemocentro Rio Preto fica na Av. Jamil Feres Kfouri, nº 80 - Jardim Panorama (atrás do HB).
Estacionamento grátis:
Doadores podem estacionar gratuitamente no estacionamento do HB/HCM. Solicite o comprovante da doação ao enfermeiro e não pague taxa.


A tecnologia e a inovação acabam de dar um passo histórico na região de São José do Rio Preto. A Cadeia Produtiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (CPL TIC SJRP), sob a gestão executiva da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação), foi contemplada pelo programa SP Produz para a execução de um projeto pioneiro ao longo de 2027.

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos








































