Capacitação de Liderança Situacional: participe do evento em Rio Preto
30 de maio de 2023
Capacitação de Liderança Situacional: superevento em São José do Rio Preto para você que quer aprimorar suas habilidades de liderança. Participe!
Você já ouviu falar em Liderança Situacional? Ela é um modelo de liderança na qual líderes são preparados para conduzir, de forma estratégica, mudanças de comportamentos de suas equipes e, assim, atingir objetivos importantes em determinadas situações.
Sabendo da importância disso, a APETI, em parceria com a Situational (empresa referência nacional e internacional em desenvolvimento humano), preparou um superevento para São José do Rio Preto (SP): a Capacitação de Liderança Situacional, que acontecerá no dia 17 de junho.
Quer saber mais sobre esse modelo de liderança e sobre a capacitação promovida por nossa associação? Então, acompanhe o texto!
O que é Liderança Situacional?
De acordo com Paul Hersey, um dos estudiosos responsáveis pelo desenvolvimento da teoria no fim da década de 60, Liderança Situacional "é o processo de exercer influência sobre o comportamento de outra pessoa ou grupo – para cima, para baixo ou por toda a organização – e atingir objetivos em determinadas situações”.
Em outras palavras, Liderança Situacional é um modelo de liderança no qual os líderes devem se adaptar a diferentes contextos, de modo a atingir objetivos importantes em situações específicas. Para isso, eles são treinados para serem capazes de conduzir os comportamentos das pessoas de forma estratégica.
Pensando, agora, no mundo empresarial, sabemos que nenhuma empresa funciona de forma eficiente sem modelos de gestão apropriados. Além disso, não existe fórmula mágica para lidar com diferentes desafios que surgem no dia a dia. Por isso, a Liderança Situacional passou a ser uma “ferramenta” amplamente utilizada em empresas de todo o mundo.
Tipos de Liderança Situacional
Dentro desse modelo, foram instituídos quatro “estilos” de liderança:
- Direção: o líder determina o que deve ser feito e, assim, ensina a equipe sobre como fazer. O processo de realização das tarefas é supervisionado até que os integrantes do time sejam capazes de realizá-las com autonomia.
- Orientação: embora a palavra final ainda seja do líder, é um estilo de liderança mais "flexível" que o modelo acima, com mais troca de informações entre líder e liderados. Nesse caso, há supervisão constante e a equipe é motivada a contribuir com ideias e a realizar as tarefas propostas.
- Apoio: neste caso, o líder assume uma posição mais de "facilitador" do trabalho, incentivando ainda mais a existência de diferentes perspectivas e a troca de ideias, buscando tornar o processo mais colaborativo. A supervisão, aqui, é menor se comparada aos modelos citados anteriormente.
- Autonomia: de todos os modelos, neste, o papel do líder é o menor na realização das tarefas. Neste caso, a equipe está liberada para tomar determinadas decisões e, consequentemente, também assume mais responsabilidades.
Vantagens da Liderança Situacional
Entre as vantagens da aplicação desse modelo de liderança dentro das empresas, podemos citar:
- comunicação mais eficiente entre todos os membros da equipe;
- melhora na relação entre membros da equipe e deles com o líder;
- ambiente de trabalho mais saudável, devido ao perfil mais flexível do líder e às melhores relações entre a equipe;
- funções de trabalho bem estabelecidas;
- tomadas de decisões mais seguras.
Capacitação de Liderança Situacional
A Capacitação de Liderança Situacional, promovida pela APETI em parceria com a Situational, será realizada no Centro de Inovação Compartilhado da APETI, no Parque Tecnológico de São José do Rio Preto (SP), no dia 17 de junho, das 8h às 18h.
Qual o objetivo do curso?
Os objetivos da capacitação são:
- desenvolver líderes mais eficazes e focados em resultados;
- dar embasamento teórico e prático sobre como se tornar um líder situacional;
- possibilitar a adequação do modelo de liderança ao sistema de gestão da empresa e, assim, contribuir positivamente para os resultados;
- aumentar a eficácia de liderança dos participantes (com avaliação pré e pós-treinamento);
- aprimorar o processo de comunicação entre líder e liderado e fortalecer o trabalho em equipe;
- ajudar os líderes a conduzirem um processo de coaching altamente eficaz;
- tratar indicadores de produtividade (resultado e desempenho), maturidade (competência e motivação) e situações (mudanças nos ambientes físico e psicossocial e nos métodos de trabalho).
Por que participar da capacitação?
Durante a Capacitação de Liderança Situacional, os líderes aprendem a diagnosticar as necessidades de seus colaboradores, estabelecer metas claras, fornecer orientação adequada, oferecer suporte emocional e delegar tarefas de forma eficaz.
Além disso, eles se tornam capazes de ajustar seu estilo de liderança ao longo do tempo, à medida que as habilidades e a prontidão dos membros da equipe evoluem.
Após esse treinamento, você se tornará um líder mais flexível, adaptável às mudanças diárias nas dinâmicas do ambiente de trabalho e mais eficaz no gerenciamento de equipes em diferentes contextos.
Sobre o evento
A capacitação será conduzida por Ramiro Novak Filho, CEO da Situational. A Situational é uma empresa de soluções e estudos de liderança que visa atender ao movimento das organizações orientadas às pessoas e focadas em resultados.
A organização possui mais de 30 anos de expertise e já atendeu mais de 250 empresas de todo o mundo, entre elas grandes players do mercado, como Brahma, Brastemp, Embraer, Grupo Boticário, Heineken, Petrobras, Pfizer e muitas outras.
Ramiro Novak é especialista em promover resultados para empresas de atuação nacional e internacional e é referência no modelo de Liderança Situacional, ensinando líderes a conduzirem equipes de alta performance.
Quem pode se inscrever e como fazer isso?
O evento é aberto ao público, sendo que associados à APETI garantem desconto na inscrição. Os valores são:
- associados: R$ 399,00;
- não associados: R$ 549,90.
Para se inscrever, é necessário preencher o formulário de inscrição. Participe e torne-se um líder situacional apto a gerenciar equipes estrategicamente e a melhorar os resultados das organizações.
#capacitação de liderança situacional

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos

Aviso: texto com objetivo de antecipar à comunidade tech mudanças de grande impacto no setor. Marco Civil em discussão... de novo? Sim, o Marco Civil de Internet (MCI) está em debate novamente. Durante sua aprovação, a lei sofreu muitas críticas, mas, o MCI proporcionou um regime de responsabilidade civil para os provedores de aplicações de internet, que esses só deveriam remover conteúdos de terceiros a partir de uma ordem judicial, ou seja, caso a empresa não possua uma política de remoção de conteúdos, em tese, não precisaria remover conteúdos de terceiros que gerem danos a seus usuários. No entanto, após uma década desde a implementação da norma mencionada, o aumento do uso das redes sociais e a complexidade das interações online têm exigido debates mais aprofundados sobre o assunto. Estão debatendo a se o Art. 19 do MCI é constitucional ou inconstitucional. Por que um caso chega no STF (Leading Cases)? O STF se envolve quando um caso levanta questões constitucionais significativas que exigem uma interpretação definitiva. Como a mais alta autoridade judicial, o Supremo deve garante que leis e disposições legais estejam alinhadas com os princípios da CF/88. Quando alguns artigos legais — como o Artigo 19 do Marco Civil da Internet — são desafiadas quanto à sua constitucionalidade, o STF estabelece precedentes que orientarão todo o sistema jurídico. Nota Casos paradigmáticos (Leading Cases) são decisões judiciais fundamentais, que servem como pontos de referência para casos futuros semelhantes. Quando um tribunal superior como o STF delibera sobre uma questão legal específica, sua decisão vai além de resolver o conflito imediato. Na verdade, cria um roteiro estratégico que orienta como tribunais inferiores devem interpretar e aplicar a lei em situações parecidas. Imagine um caso paradigmático como uma história fundacional na interpretação legal. Assim como uma história impactante pode estabelecer normas culturais, um leading case estabelece entendimentos jurídicos. RE 1037396 (relator: MIN. DIAS TOFFOLI) Neste caso, o Facebook contestou uma decisão judicial que o obrigava a pagar danos morais por conteúdo ofensivo publicado por terceiros — sem uma ordem judicial prévia de remoção. RE 1057258 (relator: MIN. LUIZ FUX) Este caso é sobre um recurso levado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir se empresas que hospedam sites na internet (como o Google, dono do Orkut) são obrigadas a monitorar e remover conteúdos ofensivos publicados por usuários, sem precisar de uma ordem da Justiça. O que falaram até agora? Artigo 19 - Íntegra Art. 19. Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário. § 1º A ordem judicial de que trata o caput deverá conter, sob pena de nulidade, identificação clara e específica do conteúdo apontado como infringente, que permita a localização inequívoca do material § 2º A aplicação do disposto neste artigo para infrações a direitos de autor ou a direitos conexos depende de previsão legal específica, que deverá respeitar a liberdade de expressão e demais garantias previstas no art. 5o da Constituição Federal. § 3º As causas que versem sobre ressarcimento por danos decorrentes de conteúdos disponibilizados na internet relacionados à honra, à reputação ou a direitos de personalidade, bem como sobre a indisponibilização desses conteúdos por provedores de aplicações de internet, poderão ser apresentadas perante os juizados especiais. § 4º O juiz, inclusive no procedimento previsto no § 3o , poderá antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, existindo prova inequívoca do fato e considerado o interesse da coletividade na disponibilização do conteúdo na internet, desde que presentes os requisitos de verossimilhança da alegação do autor e de fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. 👍 Quem entende que o Art. 19 é constitucional : Facebook. Argumentos principais: Defende o equilíbrio previsto no Marco Civil Alerta que exigências extrajudiciais podem: Sobrecarregar plataformas Aumentar risco de censura indevida Prejudicar a liberdade de expressão ABERT. Argumentos principais: Destaca que liberdade de expressão deve ser ampla, mas não ilimitada O artigo 19 garante um processo equilibrado que impede abusos Contra censura prévia, mas a favor de intervenção judicial corretiva Wikipedia Foundation. Argumentos principais: Alterações na responsabilidade das plataformas poderiam inviabilizar projetos educacionais Defende o modelo atual que protege iniciativas sem fins lucrativos Alega que o Wikipedia não é igual à outras plataformas TikTok (ByteDance). Argumentos principais: O artigo 19 evita censura prévia Preserva a liberdade de expressão Qualquer modificação pode impactar negativamente criadores independentes Mercado Livre. Argumentos principais: Destaca diferenças operacionais entre plataformas Responsabilidade irrestrita prejudicaria negócios legítimos Ressalta importância de ferramentas preventivas 👎 Quem entende que o Art. 19 é inconstitucional : Brasilcon. Argumentos principais: O artigo promove uma "hierarquia indevida dos direitos fundamentais" A obrigatoriedade de decisão judicial para remoção de conteúdos ofensivos causa: Processos longos e custosos Demora na proteção de vítimas Defende a revisão do artigo para proteger os mais vulneráveis, especialmente diante do aumento da violência digital Sleeping Giants Brasil. Argumentos principais: O artigo precisa de ajustes para permitir remoção eficiente de conteúdos danosos Destaca a desinformação como ameaça à democracia Enfatiza a necessidade de responsabilidade ética das plataformas digitais Advogado Geral da União (AGU). Argumentos principais: Sustentou que o artigo 19 é insuficiente para lidar com situações emergenciais, como o dia 8 de janeiro, quando a AGU precisou acionar judicialmente as plataformas para remoção de conteúdos incentivando atos antidemocráticos. Defendeu que a obrigatoriedade de decisão judicial prejudica a agilidade no combate a conteúdos prejudiciais e cria riscos à segurança pública e à democracia. CONIB. Argumentos principais: Destacaram que a regulamentação digital eficaz é essencial para equilibrar liberdade de expressão e responsabilidade. Fizeram referência ao impacto global da desinformação, citando exemplos concretos de como regulações rígidas em Israel ajudaram a mitigar abusos digitais. Reforçaram que o Artigo 19 do Marco Civil, ao exigir decisões judiciais para remoção de conteúdos, torna as ações lentas e, muitas vezes, ineficazes para prevenir danos irreversíveis em crises. Defendeu que normas mais flexíveis e pró-ativas podem evitar problemas sistêmicos, como manipulação de informações. O que os ministros falaram e perguntaram? Ministro Luís Roberto Barroso. "As plataformas têm responsabilidade sobre o impacto social de seus algoritmos. A liberdade de expressão não é ilimitada, especialmente quando utilizada para disseminação de desinformação ou discursos de ódio. A interpretação do artigo 19 deve considerar a proteção das instituições democráticas.” Ministro Alexandre de Moraes. “No dia 8 de janeiro, houve uma completa falência da autorregulação das grandes plataformas digitais. O uso descontrolado das redes para organizar atos antidemocráticos mostrou que a autorregulação, apoiada no artigo 19, é insuficiente. A instrumentalização e, em alguns casos, a conivência das redes, geraram riscos à democracia.” Ministro Dias Toffoli “Excelentíssimo senhor presidente, excelentíssimos senhores ministros, no julgamento de hoje, tratamos da constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. É fundamental destacar a importância de garantir um equilíbrio entre liberdade de expressão e a responsabilização adequada de provedores.” Ministro Luiz Fux “Senhor presidente, senhores ministros, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem reiterado a relevância da proteção de direitos fundamentais, especialmente no contexto digital. O artigo 19 reflete uma tentativa de endereçar questões complexas em uma era de comunicação instantânea.” Ministro Edson Fachin “É essencial reforçar a necessidade de regulamentação eficiente da internet. A Constituição Federal é clara sobre os direitos fundamentais e deve ser a base para todas as decisões relacionadas à liberdade de expressão e responsabilidade no ambiente digital.” Por que importa a nós, de tech? Essas discussões legais impactam diretamente, em diversos níveis. Aqui vão alguns aspectos: Liberdade de expressão Inovação tecnológica Segurança jurídica no ambiente digital, e aqui leia-se também inteligência artificial. Para empresas e profissionais de tecnologia, compreender essas responsabilidades legais é essencial para: Desenvolver estratégias de moderação de conteúdo Garantir conformidade regulatória Minimizar riscos jurídicos Adaptar modelos de negócios As decisões do STF podem redesenhar completamente como as plataformas digitais operam, influenciando diretamente o desenvolvimento de novas tecnologias e a forma como direitos dos usuários são protegidos na internet. Adotar tecnologias não é uma opção. Manter-se atualizado sobre essas mudanças também não, mas sim uma necessidade estratégica para qualquer empresa ou profissional do setor tecnológico. Considerações Finais A discussão revela um debate complexo sobre os limites da responsabilidade digital, onde cada ator busca proteger seus interesses específicos, mas compartilha a preocupação fundamental de criar um ambiente online que faça mais sentido aos atores. A decisão do STF terá impactos significativos não apenas para grandes plataformas, mas para todo o ecossistema digital brasileiro, afetando desde redes sociais até plataformas educacionais e de comércio eletrônico. Dicas práticas Para startups : desenvolver políticas claras de uso, implementar mecanismos de moderação de conteúdo e buscar assessoria jurídica especializada desde o início. Empresas de tecnologia validadas : reforçar a governança corporativa, aprimorar ferramentas de moderação, ser transparentes em suas ações e engajar-se com reguladores e a sociedade para liderar pelo exemplo. Empresas de hardware/infra: projetar produtos de forma responsável, assegurando conformidade legal e oferecendo suporte ao cliente para o uso seguro de suas soluções. As pessoas geralmente preferem evitar e conter problemas em vez de resolvê-los - Richard Susskind, O Futuro das Profissões. Está precisando de uma assessoria jurídica personalizada? Descubra os benefícios exclusivos que preparamos para você e agende sua consulta com o advogado parceiro da Apeti!

No próximo dia 25 de novembro, data em que se comemora o Dia Nacional do Doador de Sangue, a Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação de Rio Preto (Apeti), em parceria com a Shift e diversas empresas de tecnologia da cidade, realizará uma ação solidária de doação de sangue e cadastro de medula óssea no Hemocentro Rio Preto.









































