Entrevista com Cassio Simonato sobre o Rio Preto TechSummit - Coluna na Rádio CBN
24 de julho de 2024
samilo.apeti
Neste episódio, gravado em 17 de julho de 2024, recebo Cassio Simonato, Diretor de Eventos da Apeti, organizadora do Rio Preto TechSummit. Em um papo descontraído, abordamos os destaques da programação da edição de 2024 e como um evento de tecnologia deste porte está relacionado ao desenvolvimento de marketing, tanto pessoal, quanto organizacional.
Atenção: Este é um conteúdo compartilhado. Leia a publicação original no site: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-cassio-simonato-sobre-o-rio-preto-techsummit-coluna-na-radio-cbn
Ouça a gravação do episódio na rádio CBN pelo link:
Rio Preto TechSummit 2024
Rio Preto Tech Summit, considerado o maior evento de tecnologia do interior paulista, movimentará a região nos dias 7 e 8 de agosto
O Rio Preto Tech Summit decididamente virou uma referência dentro do Estado de São Paulo. Para sua terceira edição, neste ano de 2024, nos dias 7 e 8 de agosto, o evento dobrou de tamanho. A área de feira de negócios, que no ano passado foi de 613 m2 saltou para 1.290 m2, ou seja, mais do que irá dobrar de tamanho no Complexo Swift. A quantidade de estandes também terá um crescimento. No ano passado foram fechados espaços referentes a 34 estandes. Para esse ano os estandes podem chegar a 45, oferecendo assim mais opções para os expositores.
Outra mudança importante e que irá impactar demais no evento tecnológico é o expressivo aumento de conteúdo oferecido aos participantes. Além do palco do Teatro e da Arena Tech, haverá mais quatro novos espaços para palestras, workshops e rodadas de negócios. São os espaços Future, Innovation, Web e Connection. Além disso, o Tech Summit contará com mais duas salas para reuniões e interações: a Networking Hub 1 e 2. “Nossa curadoria de palestrantes e temas ainda está fechando toda a programação, mas o resultado disso é que teremos muito mais conteúdo para oferecer aos participantes com os principais temas do momento. Uma das salas, por exemplo, já foi fechada pela área de tecnologia da informação do Senac, que pretende oferecer cursos e experiências aos participantes. Outra novidade será a realização de painéis após as palestras do dia, com especialistas aprofundando os temas apresentados pelos palestrantes que irão se apresentar no palco do Paulo Moura”, afirma o presidente da Apeti, Gerson Pedrinho, organizador do Tech Summit.
A organização do Tech Summit ainda está em fase de fechamento de várias novidades para oferecer experiências importantes nas mais diversas áreas tecnológicas: robótica, simuladores de realidade virtual, drones, além, é claro, de muita inteligência artificial e ainda um assunto que deve mexer com as estruturas do público: a nova moeda digital Drex, blockchain e tokenização. Isso tudo para quem não perder o evento. Alguns palestrantes já confirmaram presença, como Sérgio Sacani, Marcelo Tas, Dora Kaufman, Davi Cunha, Junior Borneli e Leandro Mattos. O Rio Preto Tech Summit, realizado pela APETI, ocorrerá no Teatro Paulo Moura, localizado no Complexo Swift, na avenida Duque de Caxias, 3900. Mais informações: https://www.rpts.com.br/.

A tecnologia e a inovação acabam de dar um passo histórico na região de São José do Rio Preto. A Cadeia Produtiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (CPL TIC SJRP), sob a gestão executiva da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação), foi contemplada pelo programa SP Produz para a execução de um projeto pioneiro ao longo de 2027.

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos








































