Apeti realiza curso online sobre proteção de dados pessoais
4 de junho de 2021
Na tarde do dia 27 de maio de 2021, em um curso 100% online promovido pela Apeti em parceria com a Opice Blum Academy, profissionais e empresários do segmento de Tecnologia da Informação e associados da entidade tiveram a oportunidade de refletir em conjunto sobre proteção de dados pessoais. Sob a mediação de Paula Altieri, da Opice Blum Academy, dois convidados compartilharam sua visão sobre “Proteção de dados pessoais: Imergindo no Privacy by Design e Privacy by Default”.
Na tarde do dia 27 de maio de 2021, em um curso 100% online promovido pela Apeti em parceria com a Opice Blum Academy, profissionais e empresários do segmento de Tecnologia da Informação e associados da entidade tiveram a oportunidade de refletir em conjunto sobre proteção de dados pessoais. Sob a mediação de Paula Altieri, da Opice Blum Academy, dois convidados compartilharam sua visão sobre “Proteção de dados pessoais: Imergindo no Privacy by Design e Privacy by Default”.
A abertura oficial do curso foi feita por João Paulo Rodrigues, da pasta Capacitação e Benefícios da Apeti, que deu as boas-vindas aos participantes. “Atuamos incansavelmente para trazer conhecimento aos nossos associados, ajudar as empresas de tecnologia a serem empresas melhores, mais produtivas e, nesse caso, se preparem em relação à LGPD”, destacou João Paulo. Na sequência, o vice-presidente da Apeti, Gerson Pedrinho, saudou a todos e ressaltou o papel de destaque da entidade. “O objetivo da Apeti é trazer conteúdo de qualidade, fazer a diferença na gestão das empresas. E com isso em mente, trouxemos um parceiro de peso, com especialistas de muita qualidade, para falarmos sobre a LGPD hoje”, disse Gerson.
Diogo Manganelli , https://www.linkedin.com/in/diogo-manganelli-30aaaa40/?originalSubdomain=br certificado pela EXIN em Privacy & Data Protection Foundation (PDPF) e Privacy & Data Protection Essentials (PDPE), iniciou o curso fazendo uma contextualização geral sobre o assunto, trazendo conceito de proteção de dados pessoais e dados pessoais sensíveis e comentando a incidência material e territorial da aplicação da LGP. “O surgimento do conceito de LGPD e definição de tratamento de dados pessoais gerou um pavor nas pessoas e corporações. Isso porque sabemos que a mudança de cultura será um grande obstáculo para que possamos nos adequar a essa nova realidade”, comentou Diogo. Na sequência, de forma expositiva com abertura para Q&A e exercícios de fixação, Diogo apresentou os princípios da LGPD, de Privacy by Design e de Privacy by Default, além de explicar com detalhamento as estratégias de implementação e indicadores de Privacy by Design.
Na segunda parte do curso, Tatyana Uchida, https://www.linkedin.com/in/tatyanauchida/?originalSubdomain=br advogada com experiência em regulatório, contratos e proteção de dados pessoais, mostrou as responsabilidades dos agentes de tratamento e explicou sobre a atuação do encarregado de dados (Data Protection Officer). “É importante que todos os setores se preparem para a LGPD, afinal seu impacto é considerável. Por conta disso, foi criada a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), uma autoridade nacional de proteção de dados, que visa zelar pela privacidade, regular, orientar, promover conhecimento, fiscalizar e sancionar”, explicou Tatyana. Ao final, Tatyana mostrou as melhores práticas da segurança da informação: incidentes de segurança, KPI’s, análise de risco e medidas de prevenção e correção e aspectos de segurança na LGPD.
O advogado José Locatelli, participante do curso organizado pela Apeti, garantiu que a experiência acrescenta novas diretrizes para a empresa empregadora. “A Apeti sempre apresenta temas atuais, que na rotina empresarial agregam conhecimento para os profissionais lidarem com diferentes situações”, afirmou José.
Já para o analista de sistemas Paulo Alberto Pupin, o diferencial do curso foi a interação e a troca de conhecimento com os especialistas e participantes. “Esse tipo de movimento promovido pela Apeti faz com que as empresas se engajem, que os diretores e gestores se conscientizem e promovam mudanças”, disse. Paulo também contou que, na empresa onde trabalha, já estão utilizando o que foi aprendido no curso sobre adequação dos produtos quanto à proteção de dados.
Adriana Cardoso de Moraes Cansian, associada da Apeti e instrutora da Opice Blum Academy, foi a responsável pelo encerramento do curso, agradecendo aos participantes e especialistas convidados para ministrar o curso.
A abertura oficial do curso foi feita por João Paulo Rodrigues, da pasta Capacitação e Benefícios da Apeti, que deu as boas-vindas aos participantes. “Atuamos incansavelmente para trazer conhecimento aos nossos associados, ajudar as empresas de tecnologia a serem empresas melhores, mais produtivas e, nesse caso, se preparem em relação à LGPD”, destacou João Paulo. Na sequência, o vice-presidente da Apeti, Gerson Pedrinho, saudou a todos e ressaltou o papel de destaque da entidade. “O objetivo da Apeti é trazer conteúdo de qualidade, fazer a diferença na gestão das empresas. E com isso em mente, trouxemos um parceiro de peso, com especialistas de muita qualidade, para falarmos sobre a LGPD hoje”, disse Gerson.
Diogo Manganelli , https://www.linkedin.com/in/diogo-manganelli-30aaaa40/?originalSubdomain=br certificado pela EXIN em Privacy & Data Protection Foundation (PDPF) e Privacy & Data Protection Essentials (PDPE), iniciou o curso fazendo uma contextualização geral sobre o assunto, trazendo conceito de proteção de dados pessoais e dados pessoais sensíveis e comentando a incidência material e territorial da aplicação da LGP. “O surgimento do conceito de LGPD e definição de tratamento de dados pessoais gerou um pavor nas pessoas e corporações. Isso porque sabemos que a mudança de cultura será um grande obstáculo para que possamos nos adequar a essa nova realidade”, comentou Diogo. Na sequência, de forma expositiva com abertura para Q&A e exercícios de fixação, Diogo apresentou os princípios da LGPD, de Privacy by Design e de Privacy by Default, além de explicar com detalhamento as estratégias de implementação e indicadores de Privacy by Design.
Na segunda parte do curso, Tatyana Uchida, https://www.linkedin.com/in/tatyanauchida/?originalSubdomain=br advogada com experiência em regulatório, contratos e proteção de dados pessoais, mostrou as responsabilidades dos agentes de tratamento e explicou sobre a atuação do encarregado de dados (Data Protection Officer). “É importante que todos os setores se preparem para a LGPD, afinal seu impacto é considerável. Por conta disso, foi criada a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), uma autoridade nacional de proteção de dados, que visa zelar pela privacidade, regular, orientar, promover conhecimento, fiscalizar e sancionar”, explicou Tatyana. Ao final, Tatyana mostrou as melhores práticas da segurança da informação: incidentes de segurança, KPI’s, análise de risco e medidas de prevenção e correção e aspectos de segurança na LGPD.
O advogado José Locatelli, participante do curso organizado pela Apeti, garantiu que a experiência acrescenta novas diretrizes para a empresa empregadora. “A Apeti sempre apresenta temas atuais, que na rotina empresarial agregam conhecimento para os profissionais lidarem com diferentes situações”, afirmou José.
Já para o analista de sistemas Paulo Alberto Pupin, o diferencial do curso foi a interação e a troca de conhecimento com os especialistas e participantes. “Esse tipo de movimento promovido pela Apeti faz com que as empresas se engajem, que os diretores e gestores se conscientizem e promovam mudanças”, disse. Paulo também contou que, na empresa onde trabalha, já estão utilizando o que foi aprendido no curso sobre adequação dos produtos quanto à proteção de dados.
Adriana Cardoso de Moraes Cansian, associada da Apeti e instrutora da Opice Blum Academy, foi a responsável pelo encerramento do curso, agradecendo aos participantes e especialistas convidados para ministrar o curso.

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































