Crédito para inovação da Desenvolve SP passa a atender cooperativas e associações
13 de junho de 2024
Inclusão de cooperativas e associações vale para as linhas Finep Inovacred, Finep Inovacred 4.0 e Finep Inovacred Expresso
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https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/desenvolve-sp-credito-para-inovacao-passa-a-atender-tambem-cooperativas-e-associacoes/
Cooperativas, associações civis, fundações privadas e instituições científicas, tecnológicas e de inovação privadas com sede no estado de São Paulo agora podem solicitar crédito da Desenvolve SP para projetos de inovação.
A inclusão vale para as linhas Finep Inovacred, Finep Inovacred 4.0 e Finep Inovacred Expresso. As mudanças divulgadas pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) foram adequadas às linhas oferecidas pela Desenvolve SP, agência de fomento vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Estão aptas a solicitar a partir de agora crédito para projetos de inovação as cooperativas organizadas dentro da lei brasileira e associações civis e fundações privadas que, em conformidade com a legislação nacional, atuam na assistência à saúde, por exemplo, santas casas e hospitais filantrópicos.
Também foram incluídas nesta lista as Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) privadas. ICT privada é a pessoa jurídica de direito que tem como missão institucional a pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico, além de desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos.
Essas tecnologias estão mudando as formas de produção e os modelos de negócios no Brasil e no mundo. O financiamento pela Inovacred 4.0 é de TR + taxa que vai de 4,24% e 5,58% ao ano, com prazo de pagamento de até 8 anos e carência de até 2 anos.
“Há uma funcionalidade que só nós temos. Na biometria facial, conseguimos notificar se a pessoa está com pânico, possivelmente sendo vítima de um sequestro relâmpago, por exemplo. É um código nosso, uma inovação nossa.”, afirma Alcino Vilela Ramos Jr., dono da startup.
Cooperativas, associações civis, fundações privadas e instituições científicas, tecnológicas e de inovação privadas com sede no estado de São Paulo agora podem solicitar crédito da Desenvolve SP para projetos de inovação.
A inclusão vale para as linhas Finep Inovacred, Finep Inovacred 4.0 e Finep Inovacred Expresso. As mudanças divulgadas pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) foram adequadas às linhas oferecidas pela Desenvolve SP, agência de fomento vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Estão aptas a solicitar a partir de agora crédito para projetos de inovação as cooperativas organizadas dentro da lei brasileira e associações civis e fundações privadas que, em conformidade com a legislação nacional, atuam na assistência à saúde, por exemplo, santas casas e hospitais filantrópicos.
Também foram incluídas nesta lista as Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) privadas. ICT privada é a pessoa jurídica de direito que tem como missão institucional a pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico, além de desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos.
Finep Inovacred
A linha Finep Inovacred atende micro, pequenas e médias empresas em investimentos para a introdução de novos produtos, processos, serviços, inovação de marketing, inovação organizacional e aperfeiçoamento da tecnologia existente. O valor de cada financiamento concedido deve ser igual ou superior a R$ 20 mil, limitado ao valor de R$ 15 milhões. As taxas são de TR + 4,24% a 5,57% ao ano, com prazo de pagamento de até 8 anos e carência de até 2 anos.Finep Inovacred 4.0
A linha Inovacred 4.0 financia soluções digitais que inovem processos. São tecnologias que devem habilitar a Indústria 4.0, também chamada de “Quarta Revolução Industrial”. Trata-se de um amplo sistema de tecnologias avançadas como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem, por exemplo.Essas tecnologias estão mudando as formas de produção e os modelos de negócios no Brasil e no mundo. O financiamento pela Inovacred 4.0 é de TR + taxa que vai de 4,24% e 5,58% ao ano, com prazo de pagamento de até 8 anos e carência de até 2 anos.
Finep Inovacred Expresso
A Linha Finep Inovacred Expresso financia atividades inovadoras com liberação de até R$ 15 milhões em financiamentos. Por meio desta linha, a agência também facilita o acesso ao crédito para as empresas que, nas atividade de inovação, sejam classificadas como micro, pequenas, médias e grandes. O financiamento pela Inovacred Expresso é de TR + taxa que vai de 4,24% a 5,58% ao ano. O prazo do financiamento será de até 6 anos e carência de até 2 anos.Startup
Com o crédito da Desenvolve SP, a startup Home Book Portaria, localizada em Campinas, criou um sistema robótico de controle de acesso para portarias. Os investimentos foram direcionados, por exemplo, para o desenvolvimento do protótipo, aquisição de equipamentos e contratação de mão de obra especializada para que o produto fosse comercializado.“Há uma funcionalidade que só nós temos. Na biometria facial, conseguimos notificar se a pessoa está com pânico, possivelmente sendo vítima de um sequestro relâmpago, por exemplo. É um código nosso, uma inovação nossa.”, afirma Alcino Vilela Ramos Jr., dono da startup.
MEIs, micro, pequenas e médias empresas
Lembrando que são consideradas micro, pequenas e médias as empresas com faturamento anual entre R$ 81 mil e R$ 300 milhões. Já as grandes são as que faturam acima de R$ 300 milhões ao ano. São considerados Microempreendedores Individuais (MEIs) os que possuem faturamento anual de até R$ 81 mil. Os MEIs são atendidos pelo Banco do Povo Paulista.
Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































