Empreenda!
18 de outubro de 2022
Uma coisa é certa, o começo é difícil e os primeiros anos são desafiadores. Penso que o sucesso está muito mais relacionado à sua capacidade e disponibilidade de continuar trabalhando e tentando, do que à alguma capacidade especial que te diferencia dos demais.
por João Paulo Rodrigues*
O Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, também conhecido como Dia do
Empreendedor, foi comemorado no dia 5 de outubro. A data foi criada com base no Estatuto
da Microempresa.
Empreendedorismo difere, de certa maneira, da capacidade de gerir uma empresa.
Apesar de ambos estarem relacionados em muitos momentos, empreender tem muito mais
relação com fazer acontecer algo, tirar um projeto do papel. A mentalidade empreendedora
não exige que se crie uma empresa, é possível empreender no trabalho, em uma comunidade
religiosa e até em seu bairro. Mas, nestas linhas, pretendo aprofundar no empreendedorismo
relacionado ao ato de criar uma empresa.
Uma coisa é certa, o começo é difícil e os primeiros anos são desafiadores. Penso que o
sucesso está muito mais relacionado à sua capacidade e disponibilidade de continuar
trabalhando e tentando, do que à alguma capacidade especial que te diferencia dos demais.
Neste momento, caro leitor, não sei onde você está e como está, mas tenho certeza de
uma coisa: tudo aquilo que está a sua volta, mesa, cadeira, sofá, tela, folha etc., tudo isso só
foi possível direto ou indiretamente porque uma pessoa, em algum lugar do mundo, decidiu
tomar risco, produzir e converter matéria-prima em produto ou serviço. Sem essa disposição,
a nossa sociedade certamente seria muito atrasada. Logo, o empreendedorismo atua
diretamente na melhoria da condição de vida das pessoas. Seja pela oferta de soluções, seja
pelo poder de geração de empregos.
Não existe forma exclusiva de se tornar empreendedor: há aqueles que, como eu,
desde muito novo já tinha o desejo de construir uma empresa. Há também o empreendedor
por necessidade, muito comum em nosso país, aquele que inicia um pequeno negócio por
entender que esse é o melhor e, muitas vezes, o único caminho para prover o sustento de sua
família.
Infelizmente não há garantias de sucesso, mas posso dizer com segurança:
empreender tem poder de transformar sua vida e a vida da sua família. Quando se decide
iniciar um negócio, quando se identifica uma oportunidade no mercado, você movimenta
recursos, gera emprego, consome, toma risco e trabalha para converter tudo isso em valor. A
médio e longo prazo, a proporção de geração de resultado financeiro para aquele que
empreende deverá ser muito superior ao capital investido. Essa diferença, esse lucro - como
chamam, tem o poder de transformar completamente a sua realidade e da sua família.
Por fim, quero falar com você que não empreende, mas que tem alguém com esse
desejo ou projeto na família: Apoie, dê espaço, gere segurança. Mesmo para ideias que talvez
você não veja potencial, expresse sua confiança no sucesso. Garanto que o resultado positivo
futuro está muito mais relacionado com a continuidade do que com a ideia inicial em si.
O Brasil precisa de novos empreendimentos e empreendedores. Estamos próximos de
um cenário muito potente para novos negócios. Que o futuro pertença àqueles com ousadia
para criar. E apoio para permanecer.
*Diretor de Comunicação e Marketing da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de
Tecnologia da Informação).
https://www.diariodaregiao.com.br/opiniao/artigos/empreenda-1.1013299

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































