Indústria 4.0: o que é, como funciona e impactos na sociedade
28 de setembro de 2022
Muitas das novidades tecnológica que ouvimos no passado, hoje são realidades, como na Indústria 4.0. Saiba mais sobre a Indústria 4.0: o que é, como funciona e os impactos na sociedade.
Muitas das novidades tecnológicas que ouvimos no passado, como inteligência artificial e nuvem de armazenamento, por exemplo, hoje são realidades. Não apenas na nossa rotina, mas também na produção, como na Indústria 4.0. Mas o que é esse termo?
Ela está sendo considerada por especialistas como a quarta Revolução Industrial. Vale lembrar que a terceira revolução aconteceu lá em 1950, também quando houve uma série de evoluções tecnológicas no mundo.
Quer saber mais sobre a Indústria 4.0, o que é, como funciona e os impactos na sociedade? Continue acompanhando o texto até o fim!
Indústria 4.0: o que é?
De tempos em tempos, a humanidade dá os seus saltos tecnológicos. Foi assim com os primeiros computadores, a internet, os smartphones. Além de facilitar a nossa vida, a tecnologia serve também para agilizar processos nas fábricas. E é aí que surge a indústria 4.0.
A chamada 4ª revolução industrial traz em sua bagagem todas as inovações tecnológicas desenvolvidas nos últimos anos. O principal desafio é otimizar a produção, potencializando os lucros das empresas - tudo por meio da automação.
Assim, as máquinas conseguem operar de maneira mais inteligente, eficiente e autônoma. A intenção nesta nova era é otimizar os acertos, gerando ainda mais lucro e reduzindo as chances de erros.
Para chegar a este nível de automação industrial é necessária a integração entre diferentes tecnologias. Dentre elas, por exemplo, podemos citar as tecnologias físicas (no caso, a robótica) e também as virtuais, como a inteligência artificial. Mas além disso, os novos sistemas usam:
-big data;
-armazenamento de nuvem;
-internet das coisas;
-realidade aumentada;
-machine learning.
Mas como ela funciona na prática? E quais os efeitos dela na sociedade? É o que você vai acompanhar agora!
Como a Indústria 4.0 funciona na prática?
Imagine uma fábrica de automóveis com todo o processo automatizado. Máquinas, programas e pessoas conectadas. Se antes isso até já acontecia, mas as máquinas não eram tão inteligentes e o processo falho, imagine quando contamos com uma rede inteligente.
As máquinas, os sistemas e as pessoas trabalhando em uma cadeia produtiva onde não é só possível automatizar tudo, mas também evitar falhas nas etapas. Isso traz uma eficiência enorme para a indústria, criando mais agilidade e diminuindo as despesas.
O big data e a inteligência artificial talvez sejam as grandes chaves desta mudança. A geração de dados, muitas vezes em tempo real, traz informações claras para as tomadas de decisões.
Já a inteligência artificial tem a missão de fazer a máquina pensar como nós, os humanos. Assim, ela pode não só gerar dados, mas analisá-los, tomar as decisões e ainda aprender com tudo o que faz. O big data traz as informações e a IA interpreta e define.
A Indústria 4.0 traz vários benefícios, não só para as grandes empresas, mas também para as médias e pequenas. Dentre as principais vantagens, podemos citar:
-maior competitividade;
-mais eficiência;
-redução de erros;
-menos despesas;
-aumento da segurança;
-maior margem de lucro.
Quais os impactos para a sociedade?
Quando falamos em revolução, não dá para esquecer dos impactos, seja os positivos e também os negativos. Com a Indústria 4.0 não é diferente e as mudanças vão ocorrer tanto na forma de consumo, como no mercado de trabalho.
Dentre os impactos positivos, o principal estaria no processo industrial em si, mais eficiente e sustentável. Isso diminui o desperdício e faz o uso dos recursos ser mais assertivo.
Além disso, o processo de produção poderá ser mais coerente com as necessidades do cliente. Assim, haverá menos rejeição aos produtos e contratempos na fabricação.
Outro ponto é como o mercado de trabalho irá lidar com esta situação no futuro. Novas demandas vão surgir e outras deixarão de existir. A mão de obra terá de ser mais qualificada e isso poderá acabar reduzindo a demanda por um quadro de funcionário amplo.
Conclusão
Você viu neste post mais sobre a Indústria 4.0, o que é e como ela funciona na prática. A APETI é a Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação. Ela atua no Estado de São Paulo como uma catalisadora, trazendo a tecnologia da informação como protagonista na transformação da sociedade.
Se você ficou interessado em mais assuntos relacionados, convidamos para ler este sobre o impacto econômico das edtechs.

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































