Uma nova revolução está em curso
25 de agosto de 2021
Este não é mais um artigo sobre tecnologia. É sobre sua vida, sobre a segurança da sua família e dos seus negócios. Ao tentar resumir o que é a tecnologia blockchain, posso afirmar sem medo de errar que estamos presenciando uma nova revolução. A exemplo do que aconteceu com o surgimento da internet, estamos – neste exato instante – acompanhando uma nova revolução tecnológica que vai transformar o mundo como conhecemos.
Este não é mais um artigo sobre tecnologia. É sobre sua vida, sobre a segurança da sua família e dos seus negócios. Ao tentar resumir o que é a tecnologia blockchain, posso afirmar sem medo de errar que estamos presenciando uma nova revolução. A exemplo do que aconteceu com o surgimento da internet, estamos – neste exato instante – acompanhando uma nova revolução tecnológica que vai transformar o mundo como conhecemos.
Em algum momento, você deve ter ouvido falar sobre esse assunto. Talvez não tenha prestado atenção, imaginando que isso não faça parte da sua rotina. Mas saiba que a blockchain já é usada para rastrear alimentos, formalizar e validar documentos como contratos e escrituras, armazenar dados médicos e até para proteger fórmulas de todo tipo – de remédios a cervejas.
O início de tudo foram as moedas digitais. A primeira vez que a expressão “blockchain” foi usada, em 2008, tratava-se apenas de um sistema criado para permitir o funcionamento e a transação de criptomoedas. Mas o conceito se expandiu e, agora, graças à blockchain, é possível rastrear o envio e recebimento de todo tipo de informação pela internet.
Não se trata de um produto – você não vai comprar uma blockchain. Também não é um fornecedor que alguém pode contratar. Blockchain é um conceito – uma “corrente de blocos de dados”, como explica a tradução livre da expressão.
Para ficar fácil de entender, deixa eu contar como a gente costumava fazer compras antigamente. Existia um mercadinho onde o dono conhecia todos os clientes e anotava as compras em um caderno – lá ficavam registrados o nome do cliente, o endereço, a data da compra, o produto que a pessoa comprou e o preço que pagou. Agora imagine que no mundo todo existam cópias desse caderninho, mas com uma característica única: depois que você registra algo ali, não pode apagar, riscar, escrever de novo, nem arrancar a página. Fica registrado para sempre.
A blockchain é isso: um caderninho que registra entradas e saídas de transações online com absoluta segurança. Até este exato momento, enquanto escrevo este artigo, não existem notícias sobre ataques cibernéticos que tenham conseguido quebrar a segurança da blockchain. E como garante a segurança e o registro compartilhado de dados, a blockchain gera dados confiáveis que vão ajudar a impulsionar outras tecnologias. Dessa forma, teremos novas ferramentas e poderemos aumentar a eficiência daquelas que já existem hoje.
Em outras palavras, esse “caderninho” revolucionário tornou-se uma ferramenta única e com inúmeras e incríveis possibilidades de aplicações. Empresas em todo o Brasil estudam como usar a blockchain em cadeias de fornecimento, na assistência médica, no varejo, no marketing, no setor de abastecimento, nas telecomunicações, no mercado de seguros e serviços financeiros, entre outros. Aqui mesmo, em Rio Preto, profissionais altamente capacitados estão desenvolvendo projetos e novas tecnologias baseadas em blockchain.
Tudo isso vai mudar o nosso mundo e nos fazer repensar sobre como as coisas funcionam. E saber mais sobre isso vai permitir que você possa utilizar todos os benefícios dessa ferramenta quando for necessário. Afinal, seja qual for o seu negócio, uma revolução está em curso e você, e todos aqueles que você conhece, fazem parte disso.
por Jean Daher - Diretor de Projetos Estratégicos da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação)
Em algum momento, você deve ter ouvido falar sobre esse assunto. Talvez não tenha prestado atenção, imaginando que isso não faça parte da sua rotina. Mas saiba que a blockchain já é usada para rastrear alimentos, formalizar e validar documentos como contratos e escrituras, armazenar dados médicos e até para proteger fórmulas de todo tipo – de remédios a cervejas.
O início de tudo foram as moedas digitais. A primeira vez que a expressão “blockchain” foi usada, em 2008, tratava-se apenas de um sistema criado para permitir o funcionamento e a transação de criptomoedas. Mas o conceito se expandiu e, agora, graças à blockchain, é possível rastrear o envio e recebimento de todo tipo de informação pela internet.
Não se trata de um produto – você não vai comprar uma blockchain. Também não é um fornecedor que alguém pode contratar. Blockchain é um conceito – uma “corrente de blocos de dados”, como explica a tradução livre da expressão.
Para ficar fácil de entender, deixa eu contar como a gente costumava fazer compras antigamente. Existia um mercadinho onde o dono conhecia todos os clientes e anotava as compras em um caderno – lá ficavam registrados o nome do cliente, o endereço, a data da compra, o produto que a pessoa comprou e o preço que pagou. Agora imagine que no mundo todo existam cópias desse caderninho, mas com uma característica única: depois que você registra algo ali, não pode apagar, riscar, escrever de novo, nem arrancar a página. Fica registrado para sempre.
A blockchain é isso: um caderninho que registra entradas e saídas de transações online com absoluta segurança. Até este exato momento, enquanto escrevo este artigo, não existem notícias sobre ataques cibernéticos que tenham conseguido quebrar a segurança da blockchain. E como garante a segurança e o registro compartilhado de dados, a blockchain gera dados confiáveis que vão ajudar a impulsionar outras tecnologias. Dessa forma, teremos novas ferramentas e poderemos aumentar a eficiência daquelas que já existem hoje.
Em outras palavras, esse “caderninho” revolucionário tornou-se uma ferramenta única e com inúmeras e incríveis possibilidades de aplicações. Empresas em todo o Brasil estudam como usar a blockchain em cadeias de fornecimento, na assistência médica, no varejo, no marketing, no setor de abastecimento, nas telecomunicações, no mercado de seguros e serviços financeiros, entre outros. Aqui mesmo, em Rio Preto, profissionais altamente capacitados estão desenvolvendo projetos e novas tecnologias baseadas em blockchain.
Tudo isso vai mudar o nosso mundo e nos fazer repensar sobre como as coisas funcionam. E saber mais sobre isso vai permitir que você possa utilizar todos os benefícios dessa ferramenta quando for necessário. Afinal, seja qual for o seu negócio, uma revolução está em curso e você, e todos aqueles que você conhece, fazem parte disso.
por Jean Daher - Diretor de Projetos Estratégicos da Apeti (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação)

Quando ouvimos a palavra inovação, é comum pensarmos em inteligência artificial, startups, grandes empresas de tecnologia ou alguma invenção que vai mudar o mundo. Mas a inovação pode ser muito mais simples. Pode ser uma pessoa que encontra uma maneira melhor de fazer seu trabalho, uma empresa que muda um processo e passa a atender melhor seus clientes, um produtor que utiliza tecnologia para aumentar sua produtividade ou um comércio que encontra uma nova forma de vender. No fundo, inovar é uma disciplina: olhar para aquilo que fazemos todos os dias e perguntar se existe uma maneira melhor. Acredito que essa cultura será cada vez mais importante para o futuro das nossas empresas e da nossa cidade. Empresas de base tecnológica têm um papel especial nesse processo. Muitas nascem justamente para resolver problemas reais de outras empresas e, ao transformar uma solução em produto, conseguem levá-la para centenas ou milhares de pessoas. Um problema local pode virar uma solução global. Para que isso aconteça, precisamos de um ambiente que estimule essas ideias. E Rio Preto tem construído bons fundamentos. Temos empresas de tecnologia, empreendedores, universidades, investidores, o Parque Tecnológico e uma rede de entidades que trabalham pelo desenvolvimento da nossa região. O Parque Tecnológico é um importante ponto de encontro entre conhecimento, empresas, empreendedorismo e tecnologia. A APETI também tem um papel fundamental como articuladora regional desse ecossistema, aproximando empresários, empresas de tecnologia, universidades, poder público e outras instituições que ajudam a desenvolver pessoas e negócios. Esse ambiente é importante porque inovação não acontece apenas dentro de uma startup. Ela acontece quando uma empresa decide resolver melhor um problema, quando um profissional busca uma nova solução, quando uma universidade transforma conhecimento em aplicação ou quando alguém tem coragem de experimentar algo diferente. É assim que uma economia aumenta sua produtividade. E a produtividade importa. É ela que permite que uma empresa cresça, que um profissional gere mais valor, que novos negócios surjam e que uma região tenha mais capacidade de gerar riqueza. Por isso, acredito que precisamos colocar a inovação na nossa rotina. Não precisamos esperar uma grande ideia. Podemos começar olhando para o nosso próprio trabalho e fazendo perguntas simples: o que eu faço hoje que poderia fazer melhor? O que poderia ser mais simples? O que estou fazendo apenas porque sempre foi assim? Que problema dos meus clientes ainda não resolvi? Se cada empresa, profissional, empreendedor e instituição desenvolver esse hábito, teremos muito mais do que um ecossistema de inovação. Teremos uma cultura de inovação. E talvez esse seja o maior desafio e também uma das maiores oportunidades para Rio Preto. Porque, no final das contas, inovação não é sobre tecnologia. É sobre pessoas dispostas a melhorar o que fazem. Uma sociedade em que as pessoas buscam constantemente fazer melhor aumenta sua produtividade, cria mais oportunidades, gera mais riqueza e melhora a vida de todos. É assim que construímos uma cidade melhor. E é assim que construímos uma sociedade mais próspera. Eduardo Luiz Santos Vice-presidente da Apeti (biênio 2026–2027)

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos









































