Crescimento empresarial: 7 dicas para alavancar os resultados do seu negócio
12 de dezembro de 2023
Investir em marketing, treinar a equipe e adotar parcerias são algumas estratégias de crescimento empresarial. Acesse o texto e conheça outras dicas valiosas!
O crescimento empresarial é um dos objetivos de qualquer empreendedor. Afinal, para que uma empresa se mantenha no mercado, ela não pode ficar estagnada. É preciso buscar melhores resultados constantemente, se diferenciar dos concorrentes, inovar nos produtos e serviços oferecidos aos clientes e, consequentemente, expandir a atuação.
Para que esse crescimento seja alcançado de forma sustentável, organizada e planejada, algumas dicas podem ser colocadas em prática. Mas, antes de mais nada, é preciso compreender o que caracteriza esse crescimento e, claro, se é a hora certa de expandir.
Por isso, neste texto, falaremos tudo que você precisa saber sobre crescimento de empresas: quando começar a investir nessa estratégia e como fazer para chegar lá. Ficou curioso? Então, continue a leitura, coloque todas as nossas dicas em prática e colha os frutos!
O que caracteriza o crescimento empresarial?
O crescimento empresarial é caracterizado pela melhoria sustentável de alguns indicadores-chave de desempenho de uma empresa em um período de tempo. Nesse processo, geralmente ocorre a evolução de diferentes aspectos do negócio para criar uma organização mais robusta, eficiente e rentável.
Alguns dos principais fatores que caracterizam o crescimento de empresas são:
Aumento da receita e dos lucros
Um dos sinais mais claros de crescimento é o aumento na receita e nos lucros. Isso pode ser resultado de um aumento nas vendas, da expansão para novos mercados ou do lançamento de novos produtos e serviços, por exemplo.
Expansão
É natural pensarmos que uma empresa que está em crescimento chegará a novos mercados do ponto de vista geográfico, não é mesmo? Isso inclui abertura de filiais, conquista de novos públicos e até mesmo a adequação para o modelo de franchising.
Diversificação de produtos e serviços
Diversificar produtos e serviços é muito mais do que simplesmente oferecer novidades aos clientes; diz respeito a resolver novos problemas e atender a novas necessidades ou expectativas desses consumidores. Para isso, é necessário que a empresa esteja forte no mercado e tenha confiança do seu público, portanto é mais um sinal de crescimento.
Aumento na base de clientes
O crescimento empresarial está diretamente ligado ao aumento da base de clientes. Afinal, quanto mais consumidores fidelizados, maiores são as oportunidades de negócios.
Aumento na força de trabalho
Com o crescimento de uma empresa, é natural que haja aumento da força de trabalho dentro da organização. Isso acontece não apenas para que os colaboradores deem conta de novas demandas, mas para que possam dar continuidade ao desenvolvimento de novas oportunidades e ao surgimento de áreas (marketing e expansão, por exemplo).
Essas são algumas características que demonstram um processo de crescimento empresarial. Eles são indicadores-chave que indicam como está a saúde do negócio. Mas, afinal, como saber qual é o momento certo de investir nesse crescimento? Confira a seguir!
Como saber qual o momento certo de expandir?
Saber a hora certa de investir no crescimento empresarial é fundamental. Isso porque é muito importante que esse crescimento seja sustentável e não prejudique a saúde do negócio. Para isso, é necessário analisar alguns fatores:
- entenda a demanda do mercado para novos produtos ou serviços;
- analise a saúde financeira da empresa;
- trabalhe com o feedbacks dos clientes;
- entenda a eficiência operacional atual da sua empresa e os pontos de melhoria;
- estude as tendências do setor e esteja alinhado com elas;
- calcule a capacidade de produção e infraestrutura atual do negócio;
- analise a competência atual da equipe e as necessidades para expansão;
- faça análise de riscos desse potencial crescimento;
- estabeleça os objetivos a longo prazo para a organização.
Ou seja, para entender o momento ideal de entrar no processo de expansão, é preciso entender o “quadro geral” da empresa. A partir disso, dá-se início ao planejamento desse crescimento.
Como atingir esse crescimento? 7 dicas
Para uma empresa conseguir o crescimento, é fundamental adotar uma abordagem estratégica e implementar uma série de práticas. Aqui estão algumas estratégias que podem contribuir para isso:
1) Desenvolva um planejamento estratégico
Planejar não é só ter ideias. É preciso que você e sua equipe desenvolvam um plano estratégico com metas claras, objetivos de crescimento e as estratégias que serão implementadas para alcançar tudo isso, levando em conta o seu segmento e as características dele.
2) “Sinta” o mercado
Talvez a sua empresa esteja bem para crescer. Mas, e o mercado? Além de analisar como está a empresa, é fundamental entender como está o cenário em que ela atua, compreendendo as tendências, as necessidades dos clientes e as oportunidades de crescimento.
Isso não só vai permitir que você entenda se o seu segmento tem espaço para uma versão maior da sua empresa, como também te dará a oportunidade de adaptar suas estratégias de acordo com as demandas desse mercado.
3) Invista em inovação e desenvolvimento de produtos
Para crescer enquanto empresa, não basta investir no aumento da equipe ou da produção. É fundamental, também, investir em pesquisa e desenvolvimento para inovar nos produtos ou serviços que já são oferecidos. A oferta de algo novo ou aprimorado pode diferenciar a empresa da concorrência e atrair novos clientes.
4) Invista em marketing
Já parou pra pensar que a falta de um marketing adequado pode estar “atrasando” o crescimento empresarial mais natural do seu negócio?
Durante o processo de expansão, invista em estratégias de marketing eficazes para aumentar a visibilidade da sua marca. Entenda o seu nicho e, assim, aposte nas ferramentas mais adequadas para o seu público, como: criação de um blog, investimento em performance, disparo de e-mails e por aí vai.
5) Treine e desenvolva sua equipe
Sabe aquela frase “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”? Aqui, vemos um exemplo prático disso. Ao expandir o seu negócio, você está expandindo a sua marca e a responsabilidade que ela tem de oferecer bons produtos e serviços, um bom atendimento etc.
Portanto, invista no treinamento e no desenvolvimento contínuo da sua equipe para garantir que todos estejam alinhados com os objetivos de crescimento da empresa.
6) Aposte em parcerias estratégicas
O mundo dos negócios não precisa ser “cada um por si”. Na verdade, as parcerias oferecem grandes oportunidades para quem quer crescer.
Além de procurar empresas que podem atuar como parceiras da sua, uma alternativa muito interessante é fazer parte de uma associação de empresas do seu ramo!
Essa é uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre o mercado e as pessoas que fazem parte dele, além de ser uma forma de ficar por dentro das tendências e de ter acesso a benefícios importantes. Isso é fundamental para que a sua empresa cresça!
7) Invista em tecnologia
A tecnologia já faz parte do mercado de trabalho. A cada dia, surgem novas ferramentas que facilitam as rotinas de trabalho e criam novas oportunidades de negócio. Portanto, se você está expandindo, a tecnologia é fundamental para que você faça isso sem ficar para trás!
Por onde começar?
Neste texto, você entendeu o que caracteriza o crescimento empresarial, como saber se está na hora de investir nele e o que fazer para alcançar esse objetivo. Mas, por onde podemos começar?
Investir em ferramentas de gestão é um excelente passo para começar esse caminho. Isso porque elas potencializam a eficiência pessoal e tecnológica do seu negócio, oferecem inúmeras funcionalidades e são, em sua maioria, fáceis de implantar.
Quer saber mais sobre isso? Então, confira o nosso texto sobre sete ferramentas de gestão que você pode começar a usar na sua empresa.
#Crescimento empresarial

Todo mundo já entendeu que a IA vai mudar a forma como a gente compra, certo? Em pouco tempo, você vai escolher tênis, passagem aérea e até plano de saúde batendo papo com um chatbot, pagar ali mesmo e receber tudo sem sair da conversa. Comprar dentro de um ChatGPT da vida vai ser tão comum quanto abrir o app do banco.

A revitalização do CEDET marca um passo importante na consolidação da Apeti como agente de transformação social e tecnológica em São José do Rio Preto. O projeto não apenas renova um espaço físico, mas reacende a esperança de muitos jovens e reafirma o papel da tecnologia como ponte entre conhecimento, oportunidades e cidadania.

A Casa do Empreendedor foi inaugurada em Olímpia na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia realizada na Câmara Municipal e seguida de visita às novas instalações na Avenida Aurora Forti Neves. O espaço integra o programa “Olímpia + Empreendedora” e reúne, em um só endereço, serviços de orientação, crédito, capacitação e inovação para micro e pequenos negócios.

A Apeti, entidade que reúne empresas e profissionais de tecnologia e inovação de Rio Preto, completa hoje 22 anos de atuação. Criada em 2003, nasceu para organizar e dar voz ao setor de TI, mas ao longo do tempo ampliou sua atuação e se consolidou como hub multissetorial, responsável por conectar empresas, fomentar parcerias e gerar impacto econômico e social na cidade.

Por que algumas empresas desaparecem enquanto outras conseguem se reinventar e permanecer relevantes por décadas? Quantas histórias já ouvimos de organizações que perderam espaço, precisaram ser vendidas para sobreviver ou simplesmente não conseguiram sair de crises? Essa é uma pergunta que todo empresário e executivo deveria se fazer diariamente: o que precisamos fazer para garantir que nossa empresa continue relevante?

Vivemos em uma era que nos pressiona a buscar o novo a todo instante. A inovação virou mantra, e a velocidade, critério quase absoluto de sucesso. Mas entre apelos por reinvenção constante e promessas de soluções mágicas para problemas complexos, sigo acreditando em um princípio simples: tudo que tem valor resiste ao tempo.

Tem tanta coisa maluca acontecendo no mundo que as pegadinhas de 1º de abril ficaram realistas demais. O Dia da Mentira virou descanso. Um dia em que, enfim, a gente sabe que está sendo enganado (e ri disso). Mas às vezes, é o contrário que acontece: algumas ideias parecem mentira, e ainda assim, mudam tudo.

Neste programa, publicado em 01 de março, recebo Gerson Pedrinho e João Paulo, presidente e vice-presidente da APETI (Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnlogia da Informação) para falarmos sobre a instituição, sua história, projetos e planos futuros. Créditos: https://www.samilo.com.br/entrevista-com-gerson-e-joao-paulo-cbn-grandes-lagos

Aviso: texto com objetivo de antecipar à comunidade tech mudanças de grande impacto no setor. Marco Civil em discussão... de novo? Sim, o Marco Civil de Internet (MCI) está em debate novamente. Durante sua aprovação, a lei sofreu muitas críticas, mas, o MCI proporcionou um regime de responsabilidade civil para os provedores de aplicações de internet, que esses só deveriam remover conteúdos de terceiros a partir de uma ordem judicial, ou seja, caso a empresa não possua uma política de remoção de conteúdos, em tese, não precisaria remover conteúdos de terceiros que gerem danos a seus usuários. No entanto, após uma década desde a implementação da norma mencionada, o aumento do uso das redes sociais e a complexidade das interações online têm exigido debates mais aprofundados sobre o assunto. Estão debatendo a se o Art. 19 do MCI é constitucional ou inconstitucional. Por que um caso chega no STF (Leading Cases)? O STF se envolve quando um caso levanta questões constitucionais significativas que exigem uma interpretação definitiva. Como a mais alta autoridade judicial, o Supremo deve garante que leis e disposições legais estejam alinhadas com os princípios da CF/88. Quando alguns artigos legais — como o Artigo 19 do Marco Civil da Internet — são desafiadas quanto à sua constitucionalidade, o STF estabelece precedentes que orientarão todo o sistema jurídico. Nota Casos paradigmáticos (Leading Cases) são decisões judiciais fundamentais, que servem como pontos de referência para casos futuros semelhantes. Quando um tribunal superior como o STF delibera sobre uma questão legal específica, sua decisão vai além de resolver o conflito imediato. Na verdade, cria um roteiro estratégico que orienta como tribunais inferiores devem interpretar e aplicar a lei em situações parecidas. Imagine um caso paradigmático como uma história fundacional na interpretação legal. Assim como uma história impactante pode estabelecer normas culturais, um leading case estabelece entendimentos jurídicos. RE 1037396 (relator: MIN. DIAS TOFFOLI) Neste caso, o Facebook contestou uma decisão judicial que o obrigava a pagar danos morais por conteúdo ofensivo publicado por terceiros — sem uma ordem judicial prévia de remoção. RE 1057258 (relator: MIN. LUIZ FUX) Este caso é sobre um recurso levado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir se empresas que hospedam sites na internet (como o Google, dono do Orkut) são obrigadas a monitorar e remover conteúdos ofensivos publicados por usuários, sem precisar de uma ordem da Justiça. O que falaram até agora? Artigo 19 - Íntegra Art. 19. Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário. § 1º A ordem judicial de que trata o caput deverá conter, sob pena de nulidade, identificação clara e específica do conteúdo apontado como infringente, que permita a localização inequívoca do material § 2º A aplicação do disposto neste artigo para infrações a direitos de autor ou a direitos conexos depende de previsão legal específica, que deverá respeitar a liberdade de expressão e demais garantias previstas no art. 5o da Constituição Federal. § 3º As causas que versem sobre ressarcimento por danos decorrentes de conteúdos disponibilizados na internet relacionados à honra, à reputação ou a direitos de personalidade, bem como sobre a indisponibilização desses conteúdos por provedores de aplicações de internet, poderão ser apresentadas perante os juizados especiais. § 4º O juiz, inclusive no procedimento previsto no § 3o , poderá antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, existindo prova inequívoca do fato e considerado o interesse da coletividade na disponibilização do conteúdo na internet, desde que presentes os requisitos de verossimilhança da alegação do autor e de fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. 👍 Quem entende que o Art. 19 é constitucional : Facebook. Argumentos principais: Defende o equilíbrio previsto no Marco Civil Alerta que exigências extrajudiciais podem: Sobrecarregar plataformas Aumentar risco de censura indevida Prejudicar a liberdade de expressão ABERT. Argumentos principais: Destaca que liberdade de expressão deve ser ampla, mas não ilimitada O artigo 19 garante um processo equilibrado que impede abusos Contra censura prévia, mas a favor de intervenção judicial corretiva Wikipedia Foundation. Argumentos principais: Alterações na responsabilidade das plataformas poderiam inviabilizar projetos educacionais Defende o modelo atual que protege iniciativas sem fins lucrativos Alega que o Wikipedia não é igual à outras plataformas TikTok (ByteDance). Argumentos principais: O artigo 19 evita censura prévia Preserva a liberdade de expressão Qualquer modificação pode impactar negativamente criadores independentes Mercado Livre. Argumentos principais: Destaca diferenças operacionais entre plataformas Responsabilidade irrestrita prejudicaria negócios legítimos Ressalta importância de ferramentas preventivas 👎 Quem entende que o Art. 19 é inconstitucional : Brasilcon. Argumentos principais: O artigo promove uma "hierarquia indevida dos direitos fundamentais" A obrigatoriedade de decisão judicial para remoção de conteúdos ofensivos causa: Processos longos e custosos Demora na proteção de vítimas Defende a revisão do artigo para proteger os mais vulneráveis, especialmente diante do aumento da violência digital Sleeping Giants Brasil. Argumentos principais: O artigo precisa de ajustes para permitir remoção eficiente de conteúdos danosos Destaca a desinformação como ameaça à democracia Enfatiza a necessidade de responsabilidade ética das plataformas digitais Advogado Geral da União (AGU). Argumentos principais: Sustentou que o artigo 19 é insuficiente para lidar com situações emergenciais, como o dia 8 de janeiro, quando a AGU precisou acionar judicialmente as plataformas para remoção de conteúdos incentivando atos antidemocráticos. Defendeu que a obrigatoriedade de decisão judicial prejudica a agilidade no combate a conteúdos prejudiciais e cria riscos à segurança pública e à democracia. CONIB. Argumentos principais: Destacaram que a regulamentação digital eficaz é essencial para equilibrar liberdade de expressão e responsabilidade. Fizeram referência ao impacto global da desinformação, citando exemplos concretos de como regulações rígidas em Israel ajudaram a mitigar abusos digitais. Reforçaram que o Artigo 19 do Marco Civil, ao exigir decisões judiciais para remoção de conteúdos, torna as ações lentas e, muitas vezes, ineficazes para prevenir danos irreversíveis em crises. Defendeu que normas mais flexíveis e pró-ativas podem evitar problemas sistêmicos, como manipulação de informações. O que os ministros falaram e perguntaram? Ministro Luís Roberto Barroso. "As plataformas têm responsabilidade sobre o impacto social de seus algoritmos. A liberdade de expressão não é ilimitada, especialmente quando utilizada para disseminação de desinformação ou discursos de ódio. A interpretação do artigo 19 deve considerar a proteção das instituições democráticas.” Ministro Alexandre de Moraes. “No dia 8 de janeiro, houve uma completa falência da autorregulação das grandes plataformas digitais. O uso descontrolado das redes para organizar atos antidemocráticos mostrou que a autorregulação, apoiada no artigo 19, é insuficiente. A instrumentalização e, em alguns casos, a conivência das redes, geraram riscos à democracia.” Ministro Dias Toffoli “Excelentíssimo senhor presidente, excelentíssimos senhores ministros, no julgamento de hoje, tratamos da constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. É fundamental destacar a importância de garantir um equilíbrio entre liberdade de expressão e a responsabilização adequada de provedores.” Ministro Luiz Fux “Senhor presidente, senhores ministros, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem reiterado a relevância da proteção de direitos fundamentais, especialmente no contexto digital. O artigo 19 reflete uma tentativa de endereçar questões complexas em uma era de comunicação instantânea.” Ministro Edson Fachin “É essencial reforçar a necessidade de regulamentação eficiente da internet. A Constituição Federal é clara sobre os direitos fundamentais e deve ser a base para todas as decisões relacionadas à liberdade de expressão e responsabilidade no ambiente digital.” Por que importa a nós, de tech? Essas discussões legais impactam diretamente, em diversos níveis. Aqui vão alguns aspectos: Liberdade de expressão Inovação tecnológica Segurança jurídica no ambiente digital, e aqui leia-se também inteligência artificial. Para empresas e profissionais de tecnologia, compreender essas responsabilidades legais é essencial para: Desenvolver estratégias de moderação de conteúdo Garantir conformidade regulatória Minimizar riscos jurídicos Adaptar modelos de negócios As decisões do STF podem redesenhar completamente como as plataformas digitais operam, influenciando diretamente o desenvolvimento de novas tecnologias e a forma como direitos dos usuários são protegidos na internet. Adotar tecnologias não é uma opção. Manter-se atualizado sobre essas mudanças também não, mas sim uma necessidade estratégica para qualquer empresa ou profissional do setor tecnológico. Considerações Finais A discussão revela um debate complexo sobre os limites da responsabilidade digital, onde cada ator busca proteger seus interesses específicos, mas compartilha a preocupação fundamental de criar um ambiente online que faça mais sentido aos atores. A decisão do STF terá impactos significativos não apenas para grandes plataformas, mas para todo o ecossistema digital brasileiro, afetando desde redes sociais até plataformas educacionais e de comércio eletrônico. Dicas práticas Para startups : desenvolver políticas claras de uso, implementar mecanismos de moderação de conteúdo e buscar assessoria jurídica especializada desde o início. Empresas de tecnologia validadas : reforçar a governança corporativa, aprimorar ferramentas de moderação, ser transparentes em suas ações e engajar-se com reguladores e a sociedade para liderar pelo exemplo. Empresas de hardware/infra: projetar produtos de forma responsável, assegurando conformidade legal e oferecendo suporte ao cliente para o uso seguro de suas soluções. As pessoas geralmente preferem evitar e conter problemas em vez de resolvê-los - Richard Susskind, O Futuro das Profissões. Está precisando de uma assessoria jurídica personalizada? Descubra os benefícios exclusivos que preparamos para você e agende sua consulta com o advogado parceiro da Apeti!

No próximo dia 25 de novembro, data em que se comemora o Dia Nacional do Doador de Sangue, a Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação de Rio Preto (Apeti), em parceria com a Shift e diversas empresas de tecnologia da cidade, realizará uma ação solidária de doação de sangue e cadastro de medula óssea no Hemocentro Rio Preto.









































